PLANO DE TRABALHO – IGEVE Chamamento Público 001/2022 IGEVE Educação Infantil Programa de Afetividade - PROAF 2023 SÃO VICENTE - SP SUMÁRIO 1 – DADOS CADASTRAIS.............................................................................p. 4 2 – DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO 2.1 - Programa de Afetividade – PROAF (IGEVE Educação Infantil).p.16 2.2 - Período de Execução...................................................................p. 16 2.3 – Objeto do Projeto.........................................................................p. 16 2.4 – Justificativa da Proposição........................................................p. 17 2.5 – Público-Alvo..................................................................................p. 20 3 – CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DAS ATIVIDADES 3.1 – Projeto Pedagógico......................................................................p. 31 3.1.1 – Objetivo Geral......................................................................p. 37 3.1.2 – Objetivos Específicos..........................................................p. 38 3.1.3 – Metodologia..........................................................................p. 39 3.2 – Recursos Humanos – Quadro de Pessoal..................................p. 56 3.3 – Descrição das Metas e Parâmetros a serem utilizados para aferição da execução do objeto..................................................................p. 60 3.3.1 - Metas Creche........................................................................p. 60 3.3.2 - Metas Fase I e II.....................................................................p. 61 3.4 – Cronograma de Ações por Metas................................................p. 62 4 – PLANO DE APLICAÇÃO........................................................................p. 69 5 – CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO.....................................................p. 70 1 - DADOS CADASTRAIS 1.1 - Nome da OSC: Instituto de Gestão Educacional e Valorização do Ensino - IGEVE 1.2 - CNPJ: 28.413.401/0001 – 92 1.3 - Endereço: Avenida Doutor Romeu Tórtima, nº 391, Jardim Santa Genebra II 1.4 – Campinas 1.5 – São Paulo 1.6 - 13098-321 1.7 - Privado sem fins lucrativos 1.8 – DDD (19) 1.9 – Tel. 3262-1495 1.10 - FAX 1.11 - E-mail: juridico@igeve.org Site: www.igeve.org 1.12 - Dirigente da OSC: Maria Rosa Esteves 1.13 - CPF: 888.084.758-91 1.14 - RG: 13.217.035-8 Órgão Emissor: SSP 1.15 – Presidente 1.16 - Rua 26 de Maio n.º 58, Bairro Centro, Monte Aprazível/SP 1.17 – CEP 15.150-000 Histórico da OSC O Instituto de Gestão Educacional e Valorização do Ensino - IGEVE é uma Organização Social, sem fins lucrativos, que tem por objetivo a promoção de programas educacionais filantrópicos, com capacidade técnica para realizar parcerias privadas, podendo auxiliar o poder público ao administrar e manter escolas municipais, estaduais, federais e outros, mediante contrato de gestão/ termo de colaboração. Através de parcerias públicas e privadas, administra e mantem projetos educacionais diversos, trabalhando com intuito de pluralizar o acesso à educação e cultura. O Instituto foi fundado em 15 de março de 2017 tendo como fundamento a gestão pública democrática, a participação social, o fortalecimento da sociedade civil, a transparência na aplicação dos recursos públicos, os princípios da legalidade, da legitimidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade, da economicidade, da eficiência e da eficácia, destinando-se à promoção de atividades e finalidades de relevância pública e social. Desenvolvemos nossos trabalhos atendendo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (Lei 9394/1996), Estatuto da Criança e Adolescente (ECA – Lei 8069/1990) e demais legislações em vigor, buscando promover: Humanização na educação de crianças, jovens e adultos; Respeito e ética aos valores humanos e a diversidade; Inclusão social e igualdade de condições para o acesso e permanência do aluno na escola; Valorização na interação entre educadores e alunos; Desenvolvimento e acesso às diversas tecnologias; Gestão democrática nas unidades escolares e sistemas de ensino e participação da família e da comunidade nas unidades escolares. Por meio de Contratos de Gestão/ Termo de colaboração, o IGEVE desenvolve projetos educacionais com base na aprendizagem sociointeracionista e realiza uma gestão democrática eficaz e eficiente. Buscamos contribuir para o fortalecimento dos sistemas educacionais visando que cada municipalidade alcance as metas e estratégias conforme seu Plano Municipal de Educação – PME e em consonância com o Plano Nacional de Educação – PNE. As Organizações da Sociedade Civil (OSC) têm destaque como um ator político que participa ativamente do processo educativo de crianças, adolescentes e jovens brasileiros. As OSC atuam em parceria com o Estado, complementando o atendimento público para a garantia dos direitos humanos. A contingência de vulnerabilidade social necessita da intervenção das OSC para o desenvolvimento de projetos sociais que busquem, com profissionalismo, a qualidade social da educação e a transformação qualitativa da realidade das comunidades atendidas. O IGEVE nasce com esse intuito e tem atuado em diversos projetos com a comunidade que visam a educação enquanto uma possibilidade de transformação social. Temos como lema: Desenvolvendo Pessoas e Transformando Realidades. Entendemos, como nos ensina o saudoso professor Paulo Freire, que a “educação não muda o mundo, a educação muda as pessoas e as pessoas mudam o mundo”. Atualmente, desenvolvemos trabalhos em parceria com sete municípios do estado de São Paulo, a saber: Prefeitura Municipal de São Vicente com gestão compartilhada em 59 unidades escolares de Educação Infantil (Berçário, Maternal e Infantil) e com atividade de contraturno escolar através do projeto Reforço Escolar - Integra São Vicente em 41 unidades escolares; Prefeitura Municipal de Guarulhos com gestão compartilhada de duas unidades escolares de Educação Infantil (Berçário e Maternal); Município de São Paulo com parecerias na Subprefeitura de Guaianases com gestão compartilhada em quatro unidades escolares de Educação Infantil (Berçário e Maternal); Subprefeitura de Santo Amaro com a gestão compartilhada de três unidades (berçário e maternal); Subprefeitura de Jaçanã/Tremembé com uma unidade de creche; Prefeitura de Sorocaba com três unidades de creche; Prefeitura de São João da Boa Vista com 24 unidades escolares na atividade do contraturno – Projeto de Tempo Integral Municipal (PROTIM). Também temos parceria no município de Barueri com a gestão focada na alimentação escolar. Recentemente, participamos e fomos selecionados para a gestão do Projeto Sonhar Lins e a partir de agosto de 2022 começaremos a oferecer atividades educacionais, esportivas e culturais, na modalidade de educação integral e contraturno escolar, proporcionando aos alunos da rede de ensino, e demais munícipes entre crianças, jovens, adultos e idosos as vertentes: Projeto Sonhar Integral, Projeto Sonhar Esportivo e Projeto Sonhar Cultural. O público atendido é de mais de 2 mil pessoas, sendo atendidas de forma descentralizada em polos educacionais, culturais e esportivos. A parceria com a prefeitura de São Vicente é a mais longa, tendo sido renovado nosso contrato de gestão, comprovando nosso compromisso com a qualidade e a consonância com a Secretaria de Educação do Município. O impacto do IGEVE no município, a partir dessa parceria, é grande, pois são milhares de crianças atendidas nas 59 unidades, sendo 43 creches e 16 EMEI’s. Temos alocados nessa parceria 572 colaboradores do IGEVE que buscam a cada dia desenvolver melhor o seu trabalho. Ainda no município atuamos no contraturno escolar de 41 unidades com mais 400 colaboradores, logo, o IGEVE vem se consolidando como um aparceiro estratégico do município. No município de São Paulo temos a parceria com a Secretaria Municipal de Educação atuando diretamente com as Diretorias Regionais de Ensino (DREs). Atuamos em quatro unidades em Guaianases, CEI IGEVE ALVORADA, CEI IGEVE RABAÇAL, CEI RUBI E CEI MENDONÇA, juntos somam centenas de crianças impactadas. Também no município de São Paulo somos vinculados a Diretoria Regional de Ensino (DRE) de Santo Amaro com a gestão: CEI IGEVE RAFAEL PARISI, CEI IGEVE TROPICAL e CEI IGEVE VAN DICK e, ainda fazemos a gestão de uma unidade vinculada a DRE Jaçanã/Tremembé (CEI IGEVE CONCHILIA). As parcerias em diferentes regiões demonstram o bom trabalho executado e que o IGEVE tem contribuído com um padrão de qualidade da educação infantil doo município de São Paulo. Já em Guarulhos atendemos em duas unidades com uma quantidade de alunos considerável e em regiões de alta vulnerabilidade social. Na região Pimentas fazemos a gestão da Unidade IGEVE Maria Enaíde Saturnino com 525 vagas de creche e pré-escola. Já na região do Bonsucesso fazemos a gestão da Unidade IGEVE INOCOOP com 352 vagas de creche. Lá também prezamos por um trabalho de qualidade e pelo diálogo constante com a Secretaria de Educação. No município de Sorocaba fazemos a gestão de 3 unidades de creche, CEI 124, CEI 125 e CEI 135 nos quais atendemos por volta de 500 vagas para crianças de 0 a 3 anos. A parceria se iniciou em 2022 a partir do processo de chamamento público e esse primeiro semestre tem sido de consolidação do trabalho na cidade. Outra recente parceria se deu com o Município de São João da Boa Vista, um contrato emergencial de seis meses para a gestão do PROTIM, Programa de Tempo Integral Municipal. Lá, como no INTEGRA São Vicente, fazemos o trabalho no contraturno escolar pautados nos princípios da educação integral. Vinte e quatro escolas participam do PROTIM e o IGEVE atende em torno de 2 mil alunos da educação infantil e do ensino fundamental. Nossas parcerias, como supracitado, estão preponderantemente em áreas de vulnerabilidade social, em São Vicente atuamos em regiões de vulnerabilidade tanto na área insular como e, principalmente, na área continental. Portanto, prestamos um serviço de atendimento educacional (educação infantil e contraturno) e somos referência na comunidade como espaço de construção de vínculos. Em Guarulhos atuamos na região da Vila Alzira (Pimentas) e na INOCCOP (Bonsucesso), regiões extremamente populosas de Guarulhos e devido a densidade demográfica, possui problemas típicos de periferias que cresceram de maneira desorganizada, como favelização e vulnerabilidades. Necessita de políticas públicas para apresentar evolução, é necessário a vigilância para a superação das desigualdades e, portanto, das situações de vulnerabilidade social e vemos que o IGEVE na sua atuação localizada contribui com esse processo. No município de São Paulo estamos também em regiões de vulnerabilidade social, atuamos na zona leste, região de Guaianases e também atuamos na zona sul, região de Santo Amaro e na zona norte, região Jaçanã/Tremembé. Todas comungam do perfil de densidade demográfica elevada e problemas de infraestrutura e, consequentemente, vulnerabilidade social. No interior, nas cidades de Sorocaba, São João da Boa Vista e Lins também temos público em vulnerabilidade social. Pode-se notar que as unidades em que o IGEVE atua quase que em sua totalidade estão localizadas em áreas de vulnerabilidade social, o que deixa ainda mais importante nossa atuação e o comprometimento do instituto que tem na educação o seu instrumento de transformação social. Nessas regiões as escolas assumidas pelo Instituto cumprem um importante papel de presença da administração pública via parceria com IGEVE, possibilitando que a unidade escolar atenda sua função social, se torne espaço de reconhecimento e ponto de referência no(s) bairro(s). O objetivo da promoção da educação de qualidade atende ao direito da família de compartilhar a educação do seu filho com o poder público, e o IGEVE tem consciência e defende tal característica, amparado pela Lei 13019/2014. As unidades administradas por nós se configuram como espaço educacional de acolhimento, de alimentação balanceada e de diálogo com as famílias. Portanto, a parceria do(s) município(s) com o IGEVE impacta diretamente na vida e no desenvolvimento da comunidade, inclusive no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que tem na educação uma de suas métricas. O IDH é composto pela medida da riqueza, educação, saúde entre outros fatores que possibilitam avaliar o desenvolvimento humano. A educação escolar, mesmo a educação infantil, é importante na mobilidade social e, portanto, na melhora da condição de vida, assim como é através da educação que se forma o ser humano, consciente, ético e preparado para vida em sociedade. Nos comprometemos com a formação integral da criança, com a garantia de um espaço que seja seguro, acolhedor e culturalmente significativo. Acreditamos em uma educação com intencionalidade e profissionalismo, portanto, nossos colaboradores têm comprometimento com a prestação de um serviço de qualidade para a comunidade. Para tanto desenvolvemos programas de formação continuada além de seguirmos todas as regulamentações quanto aos requisitos para contratação de pessoal, ou seja, as professoras com formação em pedagogia e os demais profissionais com formação nas respectivas áreas. Para o Instituto de Gestão Educacional e Valorização do Ensino-IGEVE formação - mais do que substantivo - é Verbo, isso implica em compreender a formação em movimento, um processo que considera o inacabamento do ser humano, que defende a formação continuada. Essa visão de formação nos acompanha enquanto um Instituto que atua na área educacional, nossas parcerias prezam pelo desenvolvimento de pessoas – sejam elas as crianças atendidas ou os colaboradores do IGEVE – para a transformação qualitativa da realidade. Desde sua fundação o IGEVE desenvolve capacitações com seus colaboradores, seja através de cursos próprios, em colaboração com as Secretarias de Educação dos municípios parceiros ou até mesmo com a contratação de empresas para ministrarem treinamentos. Além da atuação através dos Termo de Colaboração (Lei 13019/2014) o IGEVE possui um programa de Educação Comunitária que atua com palestras e cursos livres gratuitos que são oferecidos em escolas públicas e instituições sem fins lucrativos. Desde 2020, devido a pandemia do Covid-19, temos atuado através de plataformas virtuais, sobretudo, disponibilizado conteúdos educacionais em nossas redes sociais (www.igeve.org; https://www.facebook.com/institutoigeve; @institutoigeve). O projeto “Um livro por mês” consiste na divulgação em todas as nossas redes sociais de um livro que faz parte do escopo de atuação do Instituto, sobretudo os relacionados a área de educação e cultura, que ao longo do mês são destacados trechos e na última quarta-feira do mês é realizada uma videoaula sobre o livro em questão. Iniciamos em setembro com um livro do patrono da educação brasileira, o saudoso professor Paulo Freire. O livro escolhido foi “Pedagogia da Autonomia”, um livro que aborda as exigências do ato de educar e com certeza contribuiu com nossos/as colaboradores/as que atuam direta ou indiretamente com a atividade educativa. Tivemos um forte engajamento nas postagens e na videoaula. Fizemos uma Live com a participação de 50 pessoas (média) ao vivo e o vídeo disponibilizado na nossa página do Facebook já teve mais de 500 visualizações, foi compartilhado mais de 10 vezes e tem mais de 200 comentários. Um dos motivos da escolha deste livro foi a sua importância na área da educação e o fato de iniciarmos em setembro o centenário Paulo Freire, pois o autor nasceu em 19 de setembro de 1921 e, se vivo estivesse, completaria 100 anos em 2021. Em outubro tivemos uma atividade especial, devido ser o mês dos professores, pois se comemora no dia 15 de outubro o Dia do Professor, sendo assim escolhemos um livro pensando na atuação dos profissionais da educação do IGEVE. Trabalhamos com o livro “Educação Infantil e formação de professores – para além da separação cuidar-educar” da autora Heloisa Helena Oliveira de Azevedo. Tal livro tem o enfoque específico na Educação Infantil e é justamente esta etapa da educação básica em que o IGEVE mais atua. O presente aos professores no mês dedicado a eles é que tivemos o prazer de dialogar com a autora do livro, a professora Heloisa Helena que se disponibilizou a conversar conosco na videoaula. Então, para além dos destaques postados durante todo o mês e da leitura na íntegra do material pelos colaboradores, tivemos acesso a própria autora, aproximando os/as leitores/as de quem escreveu tais reflexões. Nossa videoaula (LIVE) teve uma audiência ao vivo de mais de 80 pessoas e o vídeo disponível na nossa página do Facebook, já teve mais de 700 visualizações, sendo compartilhado por mais de 30 pessoas. Com a presença inteligente e simpática da professora esclarecemos nossas dúvidas sobre o livro trabalhado no mês e ampliamos nossos conhecimentos sobre Educação Infantil. No mês de novembro propomos um tema de debate que ganha mais destaque em novembro e que é muito importante para nossa sociedade, a questão racial. No dia 20 de novembro é celebrado no Brasil o Dia da Consciência Negra para incentivar a reflexão acerca do racismo e de ações para seu enfrentamento. Apesar de não ser declarado feriado nacional, muitos municípios adotaram como feriado o dia 20 de novembro, data escolhida em referência a morte de Zumbi, último líder do Quilombo de Palmares. O mês de novembro é marcado pela luta contra o racismo. É um mês de representatividade e resistência, no qual é preciso reafirmar a negritude da população e da história brasileira. Vivemos em um país historicamente permeado pelo racismo estrutural, em que negros foram escravizados por mais de 300 anos e quando houve a abolição foram “jogados” a própria sorte, sendo negado a eles qualquer condição de integração à ideia de nação brasileira. Desde o Brasil Colônia até os dias de hoje temos um conjunto de práticas sociais que excluem os negros deliberadamente da possibilidade de existência e pertencimento. Incentivou-se um processo de miscigenação que visava o embranquecimento da população e se inventou – por conta do mestiço inclusive – que no Brasil tínhamos (alguns ainda defendem que temos) uma democracia racial. No entanto, tal estratégia (embranquecimento) por si só é racista e a ideia de democracia racial é uma falácia. Vivemos um racismo velado à grande massa, mas escancarado na pele preta ou parda que cotidianamente sofre por conta de sua raça. São práticas racistas institucionais, culturais e interpessoais que permeiam a sociedade brasileira e afetam diretamente mais da metade da população brasileira que sofre com o racismo. Não é possível acreditar que com 54% da população brasileira se declarando preta ou parda (IBGE), compondo assim maioria negra, são poucos os espaços de prestígio e poder ocupados por negros ou negras. Já passamos da hora de assumir e combater as práticas racistas que permeiam nossa sociedade. Como diz Ângela Davis, “Numa sociedade racista não basta não ser racista. É necessário ser antirracista”. Aproveitando as atividades e reflexões do mês de novembro que trazem à tona a temática do racismo, propomos para integrar o nosso projeto “Um Livro por Mês”, a leitura do livro “Pequeno Manual Antirracista” da filósofa brasileira Djamila Ribeiro. Com a leitura e o debate na videoaula – que teve mais de 500 visualizações – acreditamos ter dado a nossa contribuição na reflexão e luta antirracista para que a sociedade brasileira possa repensar a sua identidade e esperamos que a discriminação racial, não só ela como qualquer discriminação, seja abolida de nossa realidade. Precisamos vencer o mito da democracia racial refletindo sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira e o livro escolhido aponta caminhos para começarmos essa jornada. O projeto “Um Livro por Mês” é um momento de encontro e reflexão, especialmente nas videoaulas que possibilitam uma interatividade em tempo real entre as profissionais do Instituto e demais interessados. Compreendemos que o conhecimento não tem fronteiras e também defendemos que a busca por conhecimento não deve ter limites. Nosso projeto incentiva à leitura dos livros abordados, mas, mais do que isso, incentivamos à Leitura, a busca pelo conhecimento através das “letras” e sobretudo da troca. No mês de dezembro fizemos a leitura do livro “Crônicas do Chão da Escola” da professora Cristina Maria Campos. O livro traz relatos dos acontecimentos do cotidiano escolar através de um olhar e escuta sensível da autora, que é professora alfabetizadora. Como diz Campos (2017) “Essas crônicas vão olhar o cotidiano escolar como um lugar de pertencimento dos professores e também dos alunos, lugar onde a identidade de um vai ao encontro da identidade do outro, pois antes da relação professor/aluno existe a de ser humano”. O livro nos possibilita uma viagem na experiência do outro como se estivéssemos presenciando e se reconhecendo enquanto professoras/es na poesia do fazer pedagógico. A escola, à docência, a relação com os alunos é sempre singular, mas quando lemos o relato do cotidiano escolar reconhecemos nuances que nos aproximam e possibilitam a atenção ao nosso trabalho, nos possibilitam a atenção à detalhes do nosso cotidiano que também devem ser narrados. Após leitura e destaques tivemos o prazer de receber a própria autora na videoaula, ou seja, fizemos um bate papo sobre o livro, sobre cotidiano escolar e sobre a importância da escrita da prática docente com a Professora Doutora Cristina Maria Campos, a professora Cris Robô. Tal conversa já foi visualizada mais de 1200 vezes na nossa página do Facebook. O projeto “Um Livro por Mês” segue firme em 2021. Após o recesso de janeiro, trabalhamos em fevereiro o livro “Pedagogia do Amor” do autor Gabriel Chalita. Este livro foi indicado por uma de nossas colaboradoras do IGEVE de Guaianases e nos fez viajar nas histórias que são retomadas por Chalita e refletirmos sobre os valores humanos. Nossa videoaula realizada em 24 de fevereiro já teve mais de mil visualizações. Em março aproveitando a esteira que comemora e elege o mês como sendo de luta das mulheres por igualdade de gênero (veja mais em https://www.igeve.org/post/feliz-dia-internacional-da- mulher-dia-de-luta), escolhemos o livro “Sejamos Todos Feministas” da autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Finalizamos o mês com uma videoaula no dia 31 de março de 2021 conversando com a professora mestre Juliana Gomes – integrante dos grupos de pesquisa GEPEC (Unicamp) e Impróprias (UFMS) – sobre o livro e sobre direito de igualdade de gênero, a aula pública foi acompanhada por uma média de 60 pessoas ao vivo e o vídeo disponível no Facebook do IGEVE já tem mais de 1000 visualizações. Em abril trabalhamos o livro do professor Mario Sergio Cortela, “Filosofia e nós com isso?”; Em maio o livro “Diário do Acolhimento na Escola da Infância” de Gianfranco Staccioli; e em junho o livro “Interações e brincadeiras na educação infantil” de Alessandra Arce (org.). Já em setembro em homenagem ao centenário de Paulo Freire realizamos a leitura, destaques e videoaula da obra “Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Todos os livros abordados durante o projeto contam com forte engajamento e têm repercussão. Outros dois projetos que apresentamos utilizam-se de um formato que vem se popularizando atualmente, o Podcast, que se trata da releitura dos programas de rádio, com áudios gravados que podem ser ouvidos em qualquer lugar e, como dito, são uma excelente forma de troca de conhecimentos. A partir dessa ideia apresentamos os projetos “Vou te contar” (ativo), que pode ser acessado em https://open.spotify.com/show/6OXywg4oJItrpLQ0tKdPIA?si=SQVZ- cLPTky5sum7TbpjsA e o “Escuta Ativa” (em produção). O projeto “Vou te Contar” trata-se da leitura de literatura infantil no formato de podcast, nossa intenção é valorizar a arte literária e utilizá-la como ferramenta de promoção da linguagem. É de extrema importância viabilizar o acesso à literatura por parte da mediação ora das nossas educadoras com a leitura de livros infantis e a contação de histórias e ora por outros meios como o aqui proposto. Não temos a intenção de antecipar a escolarização formal e a alfabetização, mas de apresentar a palavra, a história e através do outro a linguagem. A literatura nos possibilita tal caminho e torna-se espaço de formação humana na medida em que através da leitura se abre a possibilidade da imaginação e vivência ampliada. Conhecendo histórias e personagens, curiosos com o desfecho, atentos ao caminho e a tomada de decisões que ocorrem na história, as crianças têm a possibilidade de um repertório cultural que repercute nos caminhos e decisões em sua própria realidade, auxiliando no processo de constituição do sujeito. Sendo assim, o projeto “Vou te Contar” não tem o objetivo de preparo para a alfabetização, mas de criação simbólica através da história infantil em áudio. O acesso a linguagem advindo da literatura, da história do outro, nos possibilita viajar sem sair do lugar e essa viagem, como outras, nos garante “bagagem cultural” para nos constituirmos enquanto seres humanos, participarmos da humanidade. A linguagem é o lugar do encontro entre sujeitos, de produção de sentidos, expressão máxima e constituinte da experiência humana. Assumir tal postura desde a mais tenra idade garante uma educação que busca o desenvolvimento humano por intermédio das interações e é exatamente essa a perspectiva do IGEVE para educação e, por conseguinte, para Educação Infantil. A perspectiva sociointeracionista compreende que o desenvolvimento se dá a partir das interações, relações com o outro e com o mundo, nesta perspectiva, a aprendizagem necessita da linguagem. As interações com os pequenos exigem grande responsabilidade dos adultos, pois estes fazem a mediação que atribui sentido às coisas, sentido às práticas culturais, a leitura e/ou áudio de literatura infantil deve valorizar, sobretudo, a experiência estética, ou seja, o caráter de ARTE da literatura e, assim sendo, sua potência como experiência cultural humana. A literatura liberta a criança dos limites da realidade imediata, permitindo através do mundo da fantasia, a criatividade na produção de estratégias para lidarem com dificuldades, frustrações e sentimentos do mundo real. Nosso podcast “Vou te Contar” é semanal e construído coletivamente, divulgando publicações de autores da literatura infantil e sendo espaço de produção de sentidos em diálogo. Enquanto um Instituto, uma organização social, mais do que complementar a formação continuada dos nossos colaboradores, com esses projetos temos como objetivo a troca de conhecimentos com a comunidade como um todo, pois acreditamos que conhecimento não pode ter fronteiras. Sendo assim, é gratuito e está disponível nas nossas redes sociais em modo público e compartilhável todo o material produzido nesses três projetos. Estamos já no trigésimo episódio dos podcasts e já trabalhamos nove livros e, consequentemente, fizemos nove aulas públicas (videoaulas) que juntas somam mais de 7 mil visualizações. O IGEVE é uma instituição voltada para a gestão educacional no âmbito pedagógico, administrativo, financeiro e da gestão de pessoas, considerando as complexidades e especificidades de cada organização. Assim como, buscamos a valorização do ensino, reconhecendo que a educação se constitui como um dos principais pilares da evolução e desenvolvimento de uma nação nos diferentes contextos: histórico, social, cultural, político, econômico, tecnológico, étnicos e outros. Acreditamos na educação como veículo de transformação social, o Instituto vê a educação como possibilidade de mobilidade social e, portanto, de melhora da condição de vida. É através da educação que se forma o ser humano, consciente, ético e preparado para vida em sociedade. Nos comprometemos com a formação integral que possibilite a compreensão e desenvolvimento das múltiplas inteligências. Portanto, acreditamos em uma educação com intencionalidade e profissionalismo, que desenvolvendo pessoas transformamos realidades. 2 - DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO 2.1 – Programa de Afetividade – PROAF IGEVE Educação Infantil 2.2 – Período de Execução O Termo de Colaboração será celebrado pelo período inicial de 12 meses, prorrogável até o limite legal, nos termos da Lei Federal 13.019/2014 e artigo 21, parágrafo único do Decreto 8.726/2016. É permitida a formalização de aditamento contratual para expansão do atendimento na hipótese de ampliação da rede e do número de beneficiários da política, desde que (I) haja interesse na execução por parte da OSC selecionada, (II) após a análise e aprovação da Comissão Técnica e (III) haja viabilidade orçamentária, observando-se as competências e os trâmites administrativos previstos na legislação vigente. 2.3 – Objeto do Projeto O objeto de execução do presente plano de trabalho é a execução e gestão do Programa de Afetividade – PROAF nas creches e EMEI’s integrantes da rede escolar desta municipalidade, para o atendimento de crianças a partir dos 3 meses até 5 anos, 11 meses e 29 dias envolvendo a transferência de recursos financeiros, com fundamento na Lei Federal 13.019/2014 e alterações posteriores e Decreto Regulamentador 8.726/2016. 2.4 – Justificativa da Proposição A educação cumpre um importante papel na sociedade enquanto o veículo de transmissão da cultura e a possibilidade, a partir da mesma, da construção de uma nova sociedade, qualitativamente melhor. Logo, investir em educação é um ponto central para os governantes. Segundo o pacto federativo, cabe aos munícipios se responsabilizar pela educação infantil e o ensino fundamental – agregados a esses o EJA e o AEE. A Educação Infantil tem por objetivo o desenvolvimento integral da criança de 0 a 05 anos, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (2009) tal desenvolvimento remete a “todos os aspectos da formação e do desenvolvimento humano - físico, social, intelectual, socioemocional ou afetivo e linguístico”. O IGEVE atua na área educacional atingindo bons resultados e contribuindo com os municípios no atendimento da demanda represada, assim como na elevação da qualidade educacional. Sabemos que as etapas da educação básica (educação infantil e ensino fundamental I) são de responsabilidade dos municípios, assim como sabemos da importância da educação infantil com a primeira etapa da educação básica e início da vida escolar das crianças. O objeto da colaboração deste chamamento trata-se da educação infantil, da execução e gestão do Programa de Afetividade - PROAF. A educação infantil é uma importante etapa da educação básica, início da vida escolar das crianças e de responsabilidade do município a fim de atender as metas do Plano Nacional de Educação e do seu respectivo Plano Municipal, ou seja, na ampliação das vagas de atendimento em creche aos seus munícipes e o atendimento de 100% da demanda da pré-escola. Frente a isso acreditamos poder colaborar com o município de São Vicente e seguir com o atendimento e ampliação de vagas para tal etapa de ensino. O município de São Vicente conta atualmente com uma população estimada em 368.355 habitantes, sendo uma das maiores cidades do estado de São Paulo e tendo um fluxo de milhares de pessoas diariamente. Segundo o CENSO Escolar 2021 (IBGE-Sinopse), a rede de ensino atende mais de 50 mil alunos, sendo que 11 mil destes estão matriculados no ensino infantil (creche e pré-escola). A rede de ensino de São Vicente atua para possibilitar o desenvolvimento educacional e, consequentemente, o desenvolvimento do município e a qualidade de vida, atendendo as necessidades dos alunos das escolas públicas de educação infantil das regiões continental e insular. Tal sistema é gerido pelo Programa de Afetividade – PROAF, em cumprimento a Constituição Federal, em especial por seus artigos 205 a 214; Lei Federal nº 9.394/96, que dispõe sobre as Diretrizes e Bases Nacionais da Educação; Leis Federais n.º 8.069/90; 13019/2014, Lei Municipal nº 3599-A/2017 e suas alterações, que proporcionou uma melhoria no atendimento dos alunos e na infraestrutura das Unidades Escolares e das Creches do Município, por meio da implantação de ações que objetivaram o desenvolvimento socioafetivo, a aquisição de melhores hábitos alimentares e, estimularam as áreas da linguagem, lógico-matemática, ciências sociais e naturais e as atividades culturais, de lazer e esportivas desde o ano de 2017. O município de São Vicente localiza-se na Baixada Santista a uma distância de 52 km da Capital de São Paulo e integra uma complexa região socioeconômica, pois diante do intenso processo de industrialização e urbanização que caracterizou a Baixada Santista nas últimas décadas, o município sempre cumpriu papel e funções como lócus de acomodação da expansão residencial determinada pelo desenvolvimento das atividades portuárias e industriais, assim como pelas atividades comerciais e de prestação de serviços, turismo e lazer. O crescimento da cidade sofreu com regiões não planejadas e, logo, a favelização está presente como uma grande área de precariedade habitacional bem no centro da ilha de São Vicente e nas divisas com os municípios de Santos e Cubatão. Essas áreas apresentam ocupações predominantemente habitacionais, feitas por população de baixa renda, com precariedade de infraestrutura e serviços públicos, com vias estreitas e alinhamento irregular, caracterizando-se como áreas de alta vulnerabilidade social. Acreditamos no potencial da educação para o desenvolvimento do indivíduo em seus aspectos sociais, físicos, cognitivos, políticos, econômicos, culturais etc. Consequentemente, ao desenvolver o indivíduo, por correlação, acreditamos na educação como potência de transformação social, de desenvolvimento da humanidade. O IGEVE atua como uma organização social no campo educacional por acreditar que a educação possibilita mobilidade social, possibilita desenvolvimento de consciência crítica, enfim, possibilita a transformação qualitativa da realidade. O IGEVE tem interesse e total capacidade para em parceria com município atuar na gestão e implementação do Programa de Afetividade SV e construir um espaço de acolhida, desenvolvimento, educação e possibilidade de formação crítica e mobilidade social. Nossa gestão se compromete ainda com a alimentação dos alunos no programa, ou seja, garantiremos o preparo e organização da alimentação/ lanche durante o período de permanência do aluno, sendo que os gêneros alimentícios serão fornecidos pelo Poder Público Municipal de São Vicente. Na manipulação, preparação e entrega da alimentação seguiremos o determinado pela Diretoria de Alimentação Escolar de São Vicente. Nossas unidades se constituíram como espaços coletivos privilegiados de vivência da educação, visando contribuir com a construção da identidade social e cultural das crianças, bem como fortalecer o trabalho integrado do cuidar e do educar, em uma ação complementar da família e da comunidade. A realidade da demanda existente e as características da população atendida são contempladas no número de vagas e no processo de diálogo constante entre escola e comunidade. Justifica-se a realização de termo de colaboração conforme proposto no presente edital e regulamentado pela Lei 13019/2014. A atual gestão do PROAF finalizou o prazo contratual máximo de 60 meses e para dar continuidade ao atendimento na etapa da educação infantil faz-se necessário a celebração do Termo de Colaboração, mantendo os elevados números de escolarização do município e a qualidade educacional. 2.5 – Público-Alvo Nosso público-alvo são bebês e crianças na faixa etária de 3 meses até 5 anos, 11 meses e 29 dias (no atendimento de creche e pré-escola). O número estimado de beneficiário é o de nove mil (9000). Portanto, neste termo de colaboração nosso público alvo são os alunos matriculados nas Unidades Escolares que compõem a Rede Municipal de Ensino de São Vicente e que participem do PROAF. O programa será implantado e desenvolvido, mantidos sob a gestão compartilhada da Secretaria Municipal de Educação de São Vicente, sob supervisão da Diretoria de Educação Básica. Nas seguintes unidades escolares: TABELA DAS ESCOLAS PARTICIPANTES DO PROGRAMA AFETIVIDADE – PROAF Unidade Es- colar Total de Alunos Atendimento Total de tur mas Endereço Horário CRECHE ALEXANDER DE SOUZA BARREIRA 48 0 a 5 anos e 11 meses 3 R Francisco Xavier dos Passos, 43 – Vila São Jorge. das 7h às 18h CRECHE ANTONIO FERNANDO DO REIS 74 0 a 5 anos e 11 meses 6 Rua Edu- ardo Cação s/n- Jardim Rio Branco das 8h às 17h CRECHE ANTONIO FERNANDO DO REIS II 84 0 a 5 anos e 11 meses 4 Praça 22 de Janeiro, 630 – Centro das 7h às 17hs CRECHE CANTINHO DO CÉU 55 0 a 5 anos e 11 meses 4 R Ataliba Leonel,358 – Catiapoã das 7h às 19h CRECHE CANTINHO DO ZEZINHO II 121 0 a 5 anos e 11 meses 5 Av. Senador Salgado Filho, 637 – Jóquei Clube II Das 7h às 18h CRECHE CORA CORALINA 113 0 a 5 anos e 11 meses 7 Rua Paulo Hercel, s/n°, Japuí. das 7h às 18h CRECHE EL SHADAY 71 0 a 5 anos e 11 meses 5 R Tamoios, 149 – Parque São Vicente das 7h às 18h CRECHE GERALDA ERNESTINA 139 0 a 5 anos e 11 meses 7 Av. Vereador Oswaldo Toshi, 2975 – Jóquei Clube das 7h às 18h CRECHE GRUPO DA PRECE 90 0 a 5 anos e 11 meses 5 R Tambaú, 1534 – Cidade Naútica das 7h às 18h CRECHE ISODORO MENDES (TOQUINHO DE GENTE) 48 0 a 5 anos e 11 meses 4 R Dr. Alcides de Araújo, 25 - Vila Cascatinha das 7h às 18h CRECHE JULIO PEREIRA 9 0 a 5 anos e 11 meses 9 Rua Esmeraldo Tarquinio Filho, 113, Pq das Bandeiras. das 7h às 18h CRECHE JUDITH CUNHA AMORIM 46 0 a 5 anos e 11 meses 3 R Miguel Pasquareli, 267 – Cidade Naútica das 7h às 18h CRECHE KAYK NASCIMENTO DA SILVA 103 0 a 5 anos e 11 meses 7 R Quirino Mario Biasoli, 98 – Cj Tancredo Neves. das 8h às 17h CRECHE LAR DA CRIANÇA FELIZ 75 0 a 5 anos e 11 meses 3 R Prof. Lovely Plauchut, 787 – V.Matteo Bei das 7h às 17h CRECHE MARIA JOSEFA 59 0 a 5 anos e 11 meses 4 Rua Senador Salgado Filho, 1040 – Jóquei Clube Das 7h às 17h CRECHE N. SRA DE FATIMA 110 0 a 5 anos e 11 meses 9 Rua Stelio Machado Loureiro, 66, Vila Fátima. das 7h às 17h CRECHE PASTORIL 53 0 a 5 anos e 11 meses 4 R São Miguel dos Campos, 173 - Jardim Nosso Lar das 7h às 18h CRECHE PAULA LOURENÇO DE OLIVEIRA 41 0 a 5 anos e 11 meses 3 R Libânia de Lima Crock, 844 – Vila Margarida das 7h às 18h CRECHE PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA NEVES 103 0 a 5 anos e 11 meses 6 Praça Nossa Senhora Aparecida, 551 – Vila Fátima. das 8h às 17h CRECHE REGINA CÉLIA DOS SANTOS 285 0 a 5 anos e 11 meses 9 R Capitão Antão de Moura ,429 – Pq Bitarú das 7h às 19h CRECHE TIO JOSÉ 138 0 a 5 anos e 11 meses 6 R Oito, 240 – México 70 das 7h às 19h CRECHE VILA MARGARIDA 241 0 a 5 anos e 11 meses 10 Rua Serchio, s/nº, Vila Margarida das 7h às 19h CRECHE VOVÔ RAIMUNDO 55 0 a 5 anos e 11 meses 4 R Antão de Moura, 47 – Pq Bitarú das 7h às 19h CRECHE ZEZÉ MASSUNO 61 0 a 5 anos e 11 meses 5 R Frei Gaspar, 4.237 – Cidade Naútica das 7h às 19h CRECHE CRIANÇA ESPERANÇA 50 0 a 5 anos e 11 meses 4 R 22 de Janeiro, 120 – Jardim Rio Branco Das 7h às 19h CRECHE EDUARDO FURKINI 265 0 a 5 anos e 11 meses 13 R Archimedes Bava, s/n° – Gleba II das 7h às 19h CRECHE HEBERT DE SOUZA - BETINHO 47 0 a 5 anos e 11 meses 3 R Treze, 70 – Vila Mathias das 7h as 19h CRECHE HUMAITÁ ( PROF. CELSO) 169 0 a 5 anos e 11 meses 10 R. Quarenta w cinco, s/nº Humaitárt das 7h as 19h CRECHE JEAN PIERRE DOS SANTOS MOLINA 211 0 a 5 anos e 11 meses 10 R José Viegas, s/n° – Pq Continental das 7h às 19h CRECHE JOSEFA MARIA DE SOUZA 94 0 a 5 anos e 11 meses 5 R Quarenta e cinco, 710 – Humaitá das 7h às 19h CRECHE JULIA MARIA DE JESUS 57 0 a 5 anos e 11 meses 5 R Hatchik Armênio Catchjan, 210 – Humaitá das 7h às 19h CRECHE NOVA ESPERANÇA 43 0 a 5 anos e 11 meses 3 R Cinco , 351 – Quaren- tenário das 7h às 19h CRECHE MENINO JESUS 64 0 a 5 anos e 11 meses 4 R Alvaro Trevisan, 185 – Pq das Bandeiras das 7h às 19h CRECHE PAULO DE SOUZA 116 0 a 5 anos e 11 meses 5 R Ulisses Guimarães, s/n° – Jardim Rio Branco das 7h às 19h CRECHE PROFESSOR A ONDINA MARQUES DE MELO 172 0 a 5 anos e 11 meses 12 R Padre André Soveral, s/n – Vila Ema das 7h às 19h CRECHE QUARENTEN ÁRIO (EXTENSÃO - EMEI N SRA DA ESP) 280 0 a 5 anos e 11 meses 9 R Goiais, 740 – Quarentenário Das 8h às 19h CRECHE SANDRA ANTONELLI 142 0 a 5 anos e 11 meses 8 R Jequie, s/n – Samaritá das 7h às 19h CRECHE SANTA TEREZINHA 145 0 a 5 anos e 11 meses 8 Av Brasilia,30 – Vila Ponte Nova das 7h às 19h CRECHE SEITETSU IHA 92 0 a 5 anos e 11 meses 5 R Benjamim Mateus Mendes, s/n° – Samaritá das 7h às 19h CRECHE TIA REGINA AP. SILVA NASCIMENTO 30 0 a 5 anos e 11 meses 2 R Rio Claro, 80 – Vila Ponte Nova das 7h às 19h CRECHE VOVÔ JOSÉ CAMPELO 77 0 a 5 anos e 11 meses 4 R Gilberto Esteves Martins, 320 – Jardim Rio Branco das 7h às 19h CRECHE VOVÓ LENICE 65 0 a 5 anos e 11 meses 5 R Padre André Soveral, 281 – Vila Ema das 7h às 19h CRECHE VOVÔ VITALINO SOARES 37 0 a 5 anos e 11 meses 4 R Jequié, 1.840 – Jardim Rio Negro das 7h às 19h EMEI “ADILZA DE OLIVEIRA ROSA SOBRAL” 143 0 a 5 anos e 11 meses 8 Praça 31 de Março, s/nº – Pompeba das 7h às 19h EMEI “ANUAR FRAHYA” 260 0 a 5 anos e 11 meses 16 R José Adriano M. Júnior, s/nº - Cidade Náutica das 7h às 19h EMEI “CIDADE DE NAHA” 161 0 a 5 anos e 11 meses 12 R General Etchegoyen, 25 – Catiapoã das 7h às 19h EMEI “CLEMENTE FERREIRA” 106 0 a 5 anos e 11 meses 7 Praça Professor Clemente Ferreira, s/n – Vila Melo Das 7h às 19h EMEI “DOM PEDRO I” 155 0 a 5 anos e 11 meses 8 Praça D. Pedro I, s/nº - Parque São Vicente das 7h às 19h EMEI “EDMUNDO CAPELLARI ” 243 0 a 5 anos e 11 meses 15 Praça Vitória, s/nº - Jardim Independênci a das 7h às 19h EMEI “JOSÉ BORGES FERNANDE S” 284 0 a 5 anos e 11 meses 14 R Senador Salgado Filho, s/nº - Jóquei Clube das 7h às 19h EMEI “MARIA GUILHERMI NA MACHADO – MIMI MACHADO” 114 0 a 5 anos e 11 meses 9 R Américo Martins dos Santos, s/nº - Jardim Paraíso das 7h às 19h EMEI “MATTEO BEI II” (MATTEUZIN HO) 331 0 a 5 anos e 11 meses 16 R Frei Gaspar, 2236 – Parque São Vicente das 7h às 19h EMEI “MONTEIRO LOBATO” 169 0 a 5 anos e 11 meses 8 R Rio Largo, s/nº - Jardim Nosso Lar das 7h às 19h EMEI “VILA JÓQUEI” 145 0 a 5 anos e 11 meses 8 R Fernando Ferrari s/nº - Jóquei Clube das 7h às 19h EMEI “CARLOS CALDEIRA” 156 0 a 5 anos e 11 meses 8 Praça Armindo Ramos, s/nº – Samaritá das 7h às 19h EMEI “KELMA MARIA TOFFETTI GONÇALVE S” 430 0 a 5 anos e 11 meses 21 Rua Quarenta e Seis, s/n – Humaitá Das 7h às 19h EMEI “NOSSA SENHORA DA ESPERANÇ A” 280 0 a 5 anos e 11 meses 10 Rua Salvador s/nº - Vila Ponte Nova das 7h às 19h EMEI “PADRE JOSÉ DE ANCHIETA” 195 0 a 5 anos e 11 meses 10 Praça Brasília s/nº - Parque das Bandeiras das 7h às 19h EMEI “PROFESSO RA MARIA ELIZABETH RAMOS DA SILVA” 108 0 a 5 anos e 11 meses 6 Rua Um, nº 135 – Samaritá das 7h às 19h AMEI NARIZINHO 400 0 a 5 anos e 11 meses 16 Rua Manoel Perez Siena, 296 das 7h às 19h AMEI – EMILIA 320 0 a 5 anos e 11 meses 16 Rua Manoel Siena Perez, 256, Tancredo. das 7h às 19h 3 - CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DAS ATIVIDADES 3.1 – Projeto Pedagógico A educação infantil compõe como uma etapa fundante a educação básica e a atuação deve compreender a criança como um sujeito de direitos ao mesmo tempo que deve formar para a sociedade e, portanto, se comprometer com a formação humanizante para a cidadania crítica e para a sociabilidade. A educação infantil é a primeira etapa da educação básica, é um direito da criança em aprender na escola, salvaguardado pela legislação brasileira, sendo proclamado na Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei de Diretrizes de Base da Educação Brasileira (LDB 9394/1996) e pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA, 1990). A defesa desse direito e a tomada de ações para a concretização do mesmo é o principal objetivo do IGEVE. Dentre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) decênio 2014-2024, a primeira é justamente a universalização da educação infantil na pré-escola e a ampliação da oferta de educação infantil em creches. O IGEVE vem atuando em parceria com municípios justamente para o atendimento de tal meta e com a formalização deste termo de colaboração queremos contribuir com o município de Campinas para a realização desta meta. O Instituto se preocupa com toda a educação escolar, mas é sensível a etapa da Educação Infantil, pois sabe que o desenvolvimento infantil é fundamental para as demais etapas. Nossa atuação busca organizar ambientes afetivos, seguros e culturalmente significativos para o desenvolvimento das crianças, pois é fundamental as experiências, o conhecimento de si, do outro e do mundo por parte da criança. A observação é ponto central na educação, sobretudo na etapa da educação infantil, sendo assim é preciso dar atenção as falas, ações, desejos e necessidades das crianças para concretizar o objetivo da educação de ensino-aprendizagem. A execução do PROAF toma por parâmetro a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), assim, este Município elaborou a Base Curricular Municipal de São Vicente(BCM-SV), a qual, desde então, norteia todo o trabalho pedagógico das Unidades Escolares e os planejamentos anuais de todos os docentes do Município, da Educação Infantil até os anos finais do Ensino Fundamental contando com seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento, quais sejam: Conviver, Brincar, Participar, Explorar, Expressar e Conhecer–se. O reconhecimento da importância dessa etapa da educação básica requer o reconhecimento das crianças como sujeitos da aprendizagem, o reconhecimento da intencionalidade educativa no trabalho dos professores/as e a valorização da profissionalidade necessária para atuação. Ou seja, a Escola de Educação Infantil é ESCOLA, carrega consigo este compromisso, é uma escola que assume sua função social de educar complementando a ação dos familiares e responsáveis, sem se eximir de sua responsabilidade, mas sabendo de sua particularidade por ser educação escolar. Defender a escola para a educação infantil é superar uma visão estritamente assistencialista que tal etapa ainda carrega devido sua origem. Historicamente a educação infantil no Brasil – como no mundo - iniciou-se através do trabalho de proteção à infância, ou seja, muito mais voltado para área de assistência social do que para a área educacional. A história da educação infantil no Brasil passa por um período em que praticamente não existia instituições de atendimento às crianças longe da mãe, depois por um período de enfoque assistencialista e, por fim, nos dias de hoje, com a busca por maior criticidade e aproximação com a área da educação. Contudo, a história ainda pesa e culturalmente as pessoas veem na educação infantil apenas o ato de cuidar, veem o acesso a creche e pré-escola como direito apenas das famílias de terem um lugar para deixar os filhos e irem trabalhar e não como direito da criança em aprender em um espaço de cuidado e também de educação. (AZEVEDO, 2013). A Escola de Educação Infantil - IGEVE trabalha fundamentada na superação do binômio cuidar-educar, ou seja, acreditamos que tais atividades na educação infantil são indissociáveis, pois ao cuidar das crianças já estamos educando. Na nossa escola toda a atividade, mesmos as de “cuidado” como a troca de fralda, higienização, alimentação, serão oportunidades para ação educativa, para ensino-aprendizagem. Nossa metodologia se pauta nesta característica, reconhecer a Educação, o processo de ensino-aprendizagem em todos os espaços e tempo escolar. Pauta-se no Profissionalismo e, portanto, o comprometimento com o acolhimento e com a educação de qualidade, com a superação do binômio cuidar-educar, com a intencionalidade pedagógica em todas as ações, com ações e atitudes cheias de significado, com a função social da escola de formar integralmente as crianças desenvolvendo cognitiva, psicológica, social e humanamente. A educação não ocorre de forma espontânea e nem é possível apenas por uma ação inspirada no instinto maternal. Enquanto adultos, tudo que fazemos é de grande importância para as crianças pequenas, pois estas estão ainda aprendendo a viver e conviver no mundo, em sociedade e veem os adultos como referência. A educação precisa de profissionalidade docente, ou seja, pessoas bem formadas, valorizadas enquanto profissionais e comprometidas com a ação educativa. (FREITAS, 2007). A concepção de criança enquanto sujeito de direitos, garante a infância como etapa de vivências singulares, na qual a voz da criança precisa ser valorizada e, portanto, a infância deixa de ser “sem voz”, como etimologicamente se remete, para subverter esse momento compreendendo-o como espaço multicultura de criação, espaço de ouvir as crianças e a partir de sua compreensão de mundo construir conhecimento. Tal reflexão corrobora com as perspectivas teóricas da pedagogia das infâncias e da sociologia da infância que dão destaque as relações entre crianças e entre elas (crianças) e adultos, compreendendo que o modo como as crianças veem o mundo (vivência; experiência; fantasia; imaginação) é campo de análise e de produção de conhecimento (OLIVEIRA-FORMOZINHO, KISHIMOTO e PINAZZA, 2007). A educação infantil tem por objetivo o desenvolvimento integral da criança de 0 a 05 anos, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (2009) tal desenvolvimento remete a “todos os aspectos da formação e do desenvolvimento humano - físico, social, intelectual, socioemocional ou afetivo e linguístico”. O objeto da colaboração deste chamamento trata-se da educação infantil, assim como toda educação escolar, na educação infantil precisamos construir uma integração ampla com a família e a comunidade. A relação deve se dar de forma harmônica e estar atenta ao acolhimento, proteção social e convivência pautadas na humanidade, nas relações sociais e não (somente) nas relações técnico-burocráticas. É importante destacar que a educação infantil assume um papel de formação pedagógica e não apenas de assistencialismo e cuidado como ao longo da história foi caracterizado. Logo, se faz necessário superar o binômio cuidar- educar e compreender que o próprio ato de cuidado é um ato educacional. O IGEVE se pauta na aprendizagem sociointeracionista e, portanto, a interação é o que possibilita o desenvolvimento humano. A criança aqui é vista como sujeito e possui direito à educação, necessita do outro no seu processo de humanização, no processo de transferência e apreensão do conhecimento historicamente produzido e na possibilidade de produção de sua identidade. A educação infantil é um direito das crianças e das famílias, sendo necessário a busca pela educação de qualidade e a integração do cuidar e educar. Nos comprometemos com a formação integral da criança, com a garantia de um espaço de interações e brincadeiras, que seja seguro e acolhedor, significativo educacional e culturalmente. Acreditamos em uma educação com intencionalidade e profissionalismo, portanto, nossos colaboradores têm comprometimento com a prestação de um serviço de qualidade para a comunidade. Para que concretizemos a formação integral nos comprometemos a oferecer às crianças condições e oportunidades para vivenciar, descobrir e interiorizar valores e atitudes; promover o pleno desenvolvimento da criança na coordenação viso-motora, motora ampla, motora fina, percepção sensorial, auditiva, gustativa e tátil, descobrir e conhecer o corpo, comunicação e expressão, higiene e de nutrição, linguagens oral, musical e plástica, contato com o meio ambiente, contato social, vínculos afetivos. A inclusão de crianças com deficiência faz parte de nosso trabalho, no qual atenderemos, como supracitado, diferentes necessidades com total respeito e profissionalismo para desenvolver o potencial de todas as crianças sem nenhuma forma de discriminação e exclusão. Favorecer à criança, através das oportunidades oferecidas por uma boa educação, por meio de propostas que respeitem os princípios éticos, que valorizam a autonomia, a responsabilidade, solidariedade e o respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferenças. O IGEVE defende a inclusão dos alunos com deficiência na escola regular, pois sabemos da importância tanto para quem tem alguma deficiência para se sentir incluído quanto para os alunos sem deficiência que aprendem com a diversidade. A sociedade é no coletivo e não conseguimos e nem devemos separar as pessoas por características ou deficiências. Sabemos também que a inclusão necessita de atenção por parte da unidade para garantir aos alunos o acesso e de fato a inclusão. Muito se discute sobre exclusão na inclusão, ou seja, não basta matricular um aluno com deficiência, mas garantir de fato a ele as adaptações prediais para o atendimento e, principalmente, profissionais habilitados e sensíveis para o efetivo processo de ensino-aprendizagem. Portanto, é preciso para além da permanência física, contribuir para o desenvolvimento do potencial dos alunos com deficiências, respeitando suas diferenças e atendendo suas necessidades. Assim atenderemos o que preconiza as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, Resolução CNE/CEB nº 2/2001: Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos. (MEC/SEESP, 2001). O acesso de alunos com deficiência às escolas e classes da rede regular é um direito garantido e deve ser assegurado. A diversidade e o atendimento as especificidades dos alunos deve ser compromisso de toda a escola, sobretudo do corpo diretivo e docente. Ainda nos atentamos ao atendimento individual dentro do coletivo, ou seja, na promoção da autonomia e a individualização do cuidado com rotina de higiene (troca de fraldas, banho etc.); incentivo ao repouso como um momento importante de descanso para o desenvolvimento infantil (sono). Além da garantia da alimentação das crianças no período em que estiverem na unidade escolar. Nosso trabalho visa aprimorar e fortalecer as relações de interação educador - crianças; criança – crianças; educador – crianças – comunidade. A atuação do IGEVE estará em consonância com a SEDUC e, portanto, nossas ações e atividades estarão de acordo com a política municipal de ensino, assim como com a legislação escolar vigente. Conforme proposto no Termo de Referência do presente edital, assumimos as seguintes atividades para execução do objeto (parceria): - Atividades pedagógicas: trabalhos pedagógicos que promovam o desenvolvimento infantil sadio e harmonioso com atividades de música, pintura, leituras, movimentação corporal, linguagem, coordenação motora e interação entre as crianças e adultos. As atividades serão realizadas no horário de funcionamento das unidades considerando o mínimo de 20 e o máximo de 40 horas semanais de atividades, em consonância com o calendário escolar anual definido pela Secretaria de Educação. - Planejamento e Aprimoramento: Organização do sistema educacional de acordo com as diretrizes da Secretaria Municipal de Educação e revisitação e melhoria da prática educativa. - Gestão de pessoas: Administração dos colaboradores lotados no programa, com garantia de meio ambiente de trabalho equilibrado e oferecimento de práticas e conteúdos de aprimoramento pessoal e profissional. - Formação dos profissionais de educação: A OSC deverá propiciar programas de formação continuada dos profissionais de educação, que deverão estar especificamente discriminados no Plano Político Pedagógico a ser apresentado. A municipalidade também deverá incentivar a formação inicial e continuada dos profissionais, lotados na execução do PROAF possibilitando a participação em cursos oferecidos na SEDUC. - Aparelhamento da Unidade Escolar: A OSC deve, em consonância e nos limites da verba estipulada, aparelhar a unidade de execução, com a adequação do espaço físico, fornecimento do mobiliário, equipamentos, materiais pedagógicos, esportivos, instrumentos e afins necessários à plena execução do objeto, de modo que assegurem a acessibilidade universal e ofereça autonomia e segurança aos usuários do espaço; garanta conforto ambiental aos usuários (conforto térmico, visual, acústico, olfativo/qualidade do ar) e a qualidade sanitária dos ambientes. - Manutenção, Zeladoria e Pequenos Reparos: A OSC deve, em consonância e nos limites da rubrica prevista em seu plano orçamentário, proceder à manutenção predial (sem alteração estrutural), à zeladoria e realizar os pequenos reparos necessários à execução plena do objeto. As unidades de atendimento devem ser entendidas como espaços coletivos da infância, dando suporte às atividades pedagógicas, na construção da identidade social e cultural dos educandos e permitindo o trabalho integrado do cuidar e do educar, em complementariedade às ações familiares e comunitárias, com o escopo de promover educação, segurança, alimentação sadia, cultura, e lazer, destinada à promoção da infância. - Alimentação: Acompanhamento de cardápio equilibrado e saudável em garantia e preparação da alimentação escolar dos beneficiários no período de permanência nas unidades de atendimento. A elaboração do cardápio e o fornecimento da alimentação serão de atribuição do Município. - Higiene: Rotina de higiene com banho, lavagem das mãos e escovação dos dentes, contribuindo para o desenvolvimento de hábitos de higiene saudáveis. - Limpeza: Realizar a limpeza e zelar pela conservação dos equipamentos destinados a execução dos serviços. 3.1.1 – Objetivo Geral Ainda seguindo o proposto do Termo de Referência destacamos como objetivo a Elaboração, implantação e desenvolvimento de ações para a gestão pedagógica e administrativa das unidades escolares, com o estabelecimento de metas, ações, estratégias e práticas voltadas ao desenvolvimento socioafetivo do aluno, estimulando as áreas da linguagem, lógico-matemática, ciências naturais e sociais e propiciando atividades recreacionistas, culturais, esportivas e de lazer. 3.1.2 – Objetivos Específicos Para atingir o objetivo geral, temos por objetivos específicos, conforme Termo de Referência: - Garantir o padrão de qualidade no atendimento das crianças, de acordo com as Diretrizes da Secretaria Municipal de Educação; - Atendimento dos beneficiários vinculados ao programa, considerando, ainda, eventual, demanda reprimida; - Oferecer uma educação equitativa e de qualidade aos beneficiários da política pública, com alcance de resultados de aprendizagem relevantes e eficazes; - Imprimir intencionalidade educativa às práticas pedagógicas, organizando experiências e vivências em situações estruturadas de aprendizagem, garantindo os seus direitos de aprendizagem: brincar, conviver, expressar, participar, conhecer-se e explorar, e os dois eixos estruturantes: brincadeira e interação; - Garantir o monitoramento de práticas pedagógicas fundamentadas em observações sistemáticas dos resultados das aprendizagens e desenvolvimento de qualidade das crianças na primeira infância, seguindo as orientações da secretaria municipal de educação; - Garantir a disponibilização, manutenção, melhoria e adequação das instalações físicas que proporcionem ambientes de aprendizagem seguros e eficazes para o atendimento dos beneficiários, com a limpeza, monitoramento, pequenos reparos e manutenção nas unidades destinadas ao atendimento; - Capacitar e formar continuamente a equipe técnica; - Propiciar o desenvolvimento integral e o fortalecimento dos vínculos entre família, escola e comunidade; - Contribuir para o desenvolvimento de relações de afetividade, solidariedade e respeito mútuo; - Oferecer alimentação escolar sadia e equilibrada, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Secretaria Municipal de Educação. 3.1.3 – Metodologia A educação infantil de 0 a 5 anos e 11 meses, atende a etapa da educação de bebês e crianças bem pequenas, sendo tal etapa fundamental para o desenvolvimento, pois é essa fase em que se forma a base de toda sua estrutura, em seus aspectos físicos, psicológicos, intelectual, éticos e sociais. Organizamos nossa proposta anual, tendo como base para atuação na unidade escolar de forma dialogada e flexível aos planos de aula dos professores e as exigências da Secretaria Municipal de Educação, assim como as deliberações dos colegiados da unidade escolar. Dividimos o ano letivo para o desenvolvimento das atividades pedagógicas e a aferição dos resultados obtidos, atingindo assim as metas e em busca da melhor educação e atendimento a criança. O calendário anual de atividades será apresentado anualmente com todas as atualizações necessárias e em consonância com as diretrizes expedidas pela Secretaria de Educação, respeitando a Legislação vigente, contendo as datas/períodos destinados, dentre outros, para: avaliações, paradas pedagógicas, reuniões com as famílias, passeios e excursões, festas, comemorações e outros eventos. Nós temos o dever de fazer com que a criança vivencie todos os conceitos de forma concreta, utilizando do corpo e da mente para compreensão e apreensão das noções a serem trabalhadas. O objetivo é oferecer condições que facilitem o desenvolvimento das habilidades próprias da faixa etária que levem as crianças a perceber o mundo que a rodeia através dos sentidos, bem como, aprender a expressar-se e comunicar-se através da linguagem verbal, plástica, corporal e sonora para, por fim, desenvolver Interações. Nos comprometemos com a formação integral da criança, com a garantia de um espaço de interações e brincadeiras, que seja seguro e acolhedor, significativo educacional e culturalmente. Acreditamos em uma educação com intencionalidade e profissionalismo, portanto, nossos colaboradores têm comprometimento com a prestação de um serviço de qualidade para a comunidade. Para que concretizemos a formação integral nos comprometemos a oferecer às crianças condições e oportunidades para vivenciar, descobrir e interiorizar valores e atitudes; promover o pleno desenvolvimento da criança na coordenação viso-motora, motora ampla, motora fina, percepção sensorial, auditiva, gustativa e tátil, descobrir e conhecer o corpo, comunicação e expressão, higiene e de nutrição, linguagens oral, musical e plástica, contato com o meio ambiente, contato social, vínculos afetivos. A metodologia de trabalho adotada pelo IGEVE tem seu fundamento nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para Educação Infantil que em seu 9º Artigo define interações e brincadeiras como eixos estruturantes das práticas pedagógicas na educação infantil. A organização curricular da educação infantil para o IGEVE segue as disposições expressas na referida DCN para Educação Infantil (...) O currículo da educação infantil é concebido como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade. (BRASIL, 2009). As práticas pedagógicas que compõem nossa proposta curricular buscam garantir experiências que promovam o conhecimento de si e do mundo por meio de experiências sensoriais, expressivas, corporais, da individualidade e respeito pelos ritmos e desejos. As atividades devem favorecer a imersão das crianças nas diferentes linguagens e buscar o progressivo domínio por parte das crianças de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical; temporais. Tal domínio busca ampliar a confiança e a participação das crianças nas atividades individuais e coletivas. Nosso Plano de Trabalho prevê as competências propostas na BNCC, estabelecendo conhecimentos, habilidades e atitudes que se espera que os alunos desenvolvam ao longo das atividades. Descrição das dez competências segundo a BNCC: 1- Conhecimento: Valorizar e utilizar os conhecimentos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar com a sociedade. 2- Pensamento científico e criativo: Exercitar a curiosidade intelectual e utilizar as ciências com criticidade e criatividade para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas, criando soluções. 3- Repertório cultural: Valorizar as diversas manifestações artísticas e culturais para fluir e participar de práticas diversificadas da produção artístico- cultural. 4- Comunicação: Utilizar diferentes linguagens para expressar e partilhar informações, experiências, ideias, sentimentos, que levem ao sentimento mútuo. 5- Cultura digital: Compreender, utilizar e criar tecnologia digital de forma crítica, significativa e ética para comunicar-se; acessar e produzir informações e conhecimentos, resolvendo problemas no exercício do protagonismo e autoria. 6- Trabalho e projeto de vida: Valorizar e apropriar-se de conhecimento e experiências para entender o mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas à cidadania e ao seu projeto de vida com liberdade, autonomia, criticidade e responsabilidade. 7- Argumentação: Argumentar com base em fatos dados e informações confiáveis para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns, com base em direitos humanos, consciência socioambiental, consumo responsável e ética. 8- Autoconhecimento e autocuidado: Conhecer-se, compreender-se na diversidade humana e apreciar-se para cuidar de sua saúde física e emocional, reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas. 9 - Empatia e cooperação: Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação para fazer-se respeitar e promover o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade sem preconceito de qualquer natureza. 10 - Responsabilidade e cidadania: Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência para tomar decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivo, sustentáveis e solidários. Então, temos como balizas, as DCNs (BRASIL, 2009) para educação infantil, o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (BRASIL, 1998) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que fundamentam nossas ações e serviços, sendo que o objetivo final é proporcionar uma educação de qualidade e o desenvolvimento integral da criança. Como já citado, o trabalho pedagógico das Unidades Escolares do PROAF se organizam a partir da BNCC e está atenta aos seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento, quais sejam: Conviver, Brincar, Participar, Explorar, Expressar e Conhecer–se. A educação da criança de 0 a 5 anos frente aos direitos de aprendizagem é organizada por campos de experiência: Campo De Experiência Descrição Objetivo Atividades O Eu, O Outro e o Nós Trabalha com as experiências de interação com os pares e os adultos, a partir das quais as crianças constroem um modo próprio de agir, sentir e pensar e vão descobrindo que existem outros modos de vida e pessoas diferentes. Ao mesmo tempo que vivem suas primeiras experiências sociais, desenvolvem autonomia e senso de autocuidado. Identidade/Autonomia; Cidadania; Pluralidade Cultura; Expressão dos Sentimentos Desejos e Necessidades e Cuidado Pessoal. Atividades com espelhos; atividade de respiração; Brincadeiras de roda; brincadeiras em dupla e coletivas etc. Corpo, Gestos e Movimentos Destaca experiências em que gestos, posturas e movimentos constituem uma linguagem com a qual crianças se expressam, se comunicam e aprendem sobre si e sobre o universo social e cultural. Figura Humana; Cinco sentidos; Equilíbrio; Coordenação motora global; Expressão corporal; Percepção corporal e Relaxamento. Educação Física; Ginástica; Jogos individuais e coletivos; Dança; Brincadeiras de Roda; Capoeira; Brincadeiras de locomoção etc. Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação Promove situações de fala e escuta, em que as crianças participam da cultura oral (contação de histórias, descrições, conversas). Também envolve a imersão na cultura escrita, partindo do que as crianças conhecem e de suas curiosidades e oferecendo o contato com livros e gêneros literários para, intencionalmente, desenvolver o gosto pela leitura e introduzir a compreensão da escrita como representatividade gráfica. Incentivo ao desenvolvimento oral; Organização do pensamento; Ampliação do vocabulário; Leitura de diferentes portadores e gêneros textuais; Dramatização; Apresentar as letras e números e Nome próprio. Leitura de livros infantis; contação de histórias; Teatro; Brincadeiras Coletivas; Música etc. Traços, Sons, Cores e Imagens Possibilita à criança viver de forma criativa experiências com o corpo, a voz, instrumentos sonoros, materiais plásticos e gráficos que alimentem percursos expressivos ligados à música, à dança, ao teatro, às artes plásticas e à literatura. Apreciação de imagens; Ampliação da percepção visual e auditiva; Fontes sonoras; Meios e suporte; Apreciação musical; Cores e Texturas e espessuras. Desenho e pinturas; trabalho com argila e massa de modelar; Músicas e sons de instrumentos e objetos; Letras do alfabeto etc. Espaço, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações Promove interações e brincadeiras nas quais a criança possa observar, manipular objetos, explorar seu entorno, levantar hipóteses e buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Isso amplia seu mundo físico e sociocultural e desenvolve sua sensibilidade, incentivando um agir lúdico e um olhar poético sobre o mundo, as pessoas e as coisas nele existentes. Vocabulário matemático; Contagem oral; Noções de tamanho, proximidade, interioridade, direção, quantidade, tempo, massa, capacidade e temperatura; Função social dos números; Formas; Fenômenos da natureza; Meio ambiente e Seres Vivos. Trabalho com jogos matemáticos; Ábaco; material Dourado; Jogos de montar e encaixar etc. A educação infantil de 0 a 5 anos e 11 meses, atende a etapa da educação de bebês, crianças bem pequenas e crianças pequenas, sendo tal etapa fundamental para o desenvolvimento integral. Organizaremos o número de crianças atendidas conforme características da unidade escolar em questão e da faixa etária e número de turmas previstas, realizamos a organização em agrupamentos (creche e fase I e II). O objetivo é oferecer condições que facilitem o desenvolvimento das habilidades próprias da faixa etária que levem as crianças a perceber o mundo que a rodeia através dos sentidos, bem como, aprender a expressar-se e comunicar-se através da linguagem verbal, plástica, corporal e sonora para, por fim, desenvolver Interações. As faixas etárias que atenderemos correspondem ao berçário, creche e pré-escola, devendo ainda ter subdivisões por agrupamentos conforme orientação da Secretaria de Educação e realidade singular da unidade escolar em questão. Cada agrupamento demanda um trabalho, como por exemplo, o berçário é o primeiro contato que a criança tem com a escola é um momento único e especial, tanto para a família quanto para a escola. Partindo desse pressuposto, é fundamental que o educador receba as crianças com o maior afeto possível, demonstrando simpatia e principalmente mostrando segurança para os pequenos iniciantes do convívio escolar. É a fase que se exige mais atenção e cuidados necessários, pois ainda são muito pequenos e sensíveis. Durante todo o período em que a criança fica afastada dos pais ou responsáveis é de nossa obrigação cuidar de sua alimentação e higiene e fazer com que ela se sinta acolhida, amada e protegida. As atividades serão de acordo com suas idades, serão atividades como música, interação com as pessoas, banho de sol, sono e repouso, estimulação visual, tátil, auditiva e motora. Como supracitado, teremos atenção especial na adaptação da criança e da família frente a realidade da educação escolar e suas rotinas. Já no maternal e infantil (pré-escola) as crianças têm uma interação diferenciada, começam a ter curiosidades. Nessa fase estão em pleno desenvolvimento físico, psíquico e social, assim como, inicia-se o desenvolvimento de sua maturidade emocional. Vamos incentivar o uso do raciocínio através de atividades recreativas que valorizem a autoestima do aluno. Trabalharemos o desenvolvimento físico com a muita atenção, pois a criança está na transição e evolução de uma fase para a outra, é a hora de aprender a como alimentar-se sozinho. Com a ajuda do professor, aos poucos, as crianças aprendem a levar a colher até a boca sozinhos. O mesmo acontece com a higiene bucal, temos que estimular e incentivar sempre o uso da escova de dente após as refeições. O controle dos esfíncteres (desfralde), com a ajuda, paciência e estímulos do professor de forma gradativa e por incentivos. Podemos aplicar as diferentes linguagens, tais como a linguagem corporal, a matemática, a musical, a plástica, a oral e a escrita. Estimularemos diferentes interações e situações de comunicação de forma que a criança consiga compreender e ser compreendida e consiga expressar suas ideias, sentimentos, necessidades e desejos. Também é a fase que a criança quer explorar o mundo a seu redor através do seu próprio corpo, vivendo situações e explorando os espaços que vê, procura aproveitar todas as possibilidades que são oferecidas, por esse motivo ela não para, pula, sobe, desce, entra e sai de lugares pequenos. A organização das crianças atendidas nas creches obedece ao critério de Agrupamento (AG) de crianças por faixa etária. Os agrupamentos I, II, III e IV constituídos por crianças a serem atendidas em período integral e o agrupamento V e VI são constituídos por crianças a serem atendidas em período parcial de, no mínimo 4 horas. O número de crianças atendidas nas creches deverá ser organizado em: a) Agrupamento I - Berçário I (crianças de 3 meses até um ano completo); b) Agrupamento Il - Berçário Il (crianças de 1 ano e 1 mês até 2 anos completos); c) Agrupamento III - Maternal I ( crianças de 2 anos e 1 mês até 3 anos completos); d) Agrupamento IV - Maternal II ( crianças de 3 anos e 1 mês até 4 anos ). O número de crianças atendidas nas E.M.E.I deverá ser organizado em: a) Agrupamento V - Fase I (crianças de 4 anos e 1 mês até 5 anos); b) Agrupamento VI - Fase II ( crianças de 5 anos e 1 mês até 6 anos). Os agrupamentos são fases que acontecem no período pré-operacional, onde a criança age intensamente sobre os objetos, buscando construir conceitos através de experiências com o meio físico, social e construindo o conhecimento do mundo em que vive. Conhecer as manifestações culturais, demonstrando respeito e interesse em participar frente a elas e valorizando a diversidade cultural, compreender a cidadania como participação social e política, assim como direitos e deveres, civis, sociais e políticos adotando no dia a dia, as atitudes de solidariedade, cooperação e respeito para si e para com os outros. O egocentrismo é característica nessa fase, e é aos poucos que iniciara a tolerância social perante outras crianças. A parte afetiva deverá ser evidenciada. As atividades necessitam ser livres, porém monitoradas, os espaços devem ser amplos e as brincadeiras cativantes, planejadas cuidadosamente, para que a criança consiga completar as metas, as conquistas para a construção de seu conhecimento. O professor deve ser a ligação e o ponto de apoio da criança dando-lhe a oportunidade de aumentar seu domínio em relação ao ambiente, relacionando-se com outras crianças. A linguagem está sendo estruturada, e articulada, num primeiro momento com trocas ou omissões, é muito importante que criança ouça a pronúncia das palavras corretamente, pois ainda nomeia pessoas, animais e objetos com seus próprios termos. As atividades para essa fase favorecem o desenvolvimento e são extremamente agradáveis para a criança e irão desenvolver sua percepção, habilidades motoras, atenção, memória e linguagem. Durante todo o período em que a criança fica afastada dos pais ou responsáveis é de nossa obrigação cuidar de sua alimentação e higiene e fazer com que ela se sinta acolhida, amada e protegida. Quanto a sua alimentação será oferecida de acordo com a faixa etária, deverá ser preparada em cada unidade escolar, utilizando sempre produtos frescos e saudáveis. Em todas as etapas zelaremos pela segurança das crianças e pelo direito à educação, sendo assim, as crianças devem ser acolhidas, atendidas em suas demandas e interesses, em suas necessidades e possibilidades. Tendo acesso a um ambiente escolar acolhedor e espaços favoráveis ao seu aprendizado. Um espaço com padrões de qualidade quanto a: higiene, habitabilidade, salubridade, segurança e conforto. Com alimentação em padrões nutricionais adequados e adaptados às necessidades específicas da faixa etária. Além de ser possibilitado experiências que contribuam para o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, com atividades pautadas pelo respeito a si próprio e aos outros, fundamentadas em princípios éticos de justiça e cidadania que mobilizem experiências do relacionar-se e conviver em grupo. Assim como, atividades que contribuam com a criança em sua inserção e permanência na rede de ensino. O serviço prestado se dará a partir do proposto na BNCC enquanto campos de experiência, a saber: O Eu, O Outro e o Nós; Corpo, Gestos e Movimentos; Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação; Traços, Sons, Cores e Imagens; Espaço, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações. Buscando destacar a intencionalidade educativa dos Campos de Experiência da BNCC para a Educação Infantil organizamos uma tabela relativa aos agrupamentos que explicitam os objetivos de aprendizagem, as aprendizagens esperadas e a mediação do professor. Ressaltamos que tal organização segue o proposto na BNCC para Educação infantil e no Movimento pela Base Nacional Comum. CAMPO DE EXPERIÊNCIA AGRUPAMENTO OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM APRENDIZAGENS ESPERADAS MEDIAÇÃO DO PROFESSOR Berçário - Perceber que suas ações têm efeitos nas outras crianças e nos adultos. - Interagir com crianças da mesma faixa etária e adultos ao explorar materiais, objetos e brinquedos. - Comunicar necessidades, desejos, emoções, utilizando gestos, balbucios e palavras. - Reconhecer seu corpo e expressar suas sensações em momentos de alimentação, higiene, brincadeira e descanso. - Interagir com outras crianças da mesma faixa etária e adultos, adaptando-se ao convívio social. - Compartilhar brinquedos e objetos com outros bebês e adultos e imitar seus gestos. - Experimentar sabores, perceber cheiros e escolher o que quer comer. Identificar no ambiente texturas e sons. - Vestir uma bermuda ou sapato e os retirar sem ajuda. - Brincar diante do espelho, observando os próprios gestos ou imitar outros. - Ouvir histórias lidas ou contadas pela professora e cantar com ela e as crianças. - Criar situações em que as crianças possam expressar afetos, desejos e saberes e aprendam a ouvir o outro, conversar, argumentar, fazer planos, enfrentar conflitos, participar de atividades em grupo e criar amizades. - Apoiar as crianças no desenvolvimento de uma identidade pessoal, um sentimento de autoestima, autonomia, confiança em suas possibilidades e de pertencimento a determinados grupos: étnico-racial, religioso, regional. - Fortalecer os vínculos afetivos de todas as crianças com suas famílias e ajudá-las a captar as possibilidades trazidas por diferentes tradições culturais para a compreensão do mundo e de si mesmas. - Incentivar as crianças a refletir sobre a forma injusta como os preconceitos étnico- raciais e outros foram construídos e se manifestam, e a construir atitudes de respeito, não-discriminação e solidariedade. - Construir com as crianças o entendimento da importância de cuidar de sua saúde e bem-estar, no decorrer das atividades cotidianas. - Criar com as crianças hábitos ligados à limpeza e preservação do ambiente, à coleta do lixo produzido nas atividades, à reciclagem. Maternal - Demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com crianças e adultos. - Demonstrar imagem positiva de si e confiança em sua capacidade para enfrentar dificuldades e desafios. - Compartilhar os objetos e os espaços com crianças da mesma faixa etária e adultos. - Respeitar regras básicas de convívio social nas interações e brincadeiras. - Perceber que as pessoas têm características físicas diferentes, respeitando essas diferenças. - Comunicar-se com os colegas e os adultos, buscando compreendê- los e fazendo-se compreender. - Escolher com os companheiros uma história a ser encenada, usando justificativas e argumentos ligados a seus sentimentos. - Apoiar parceiros em dificuldade, sem discriminá-los por suas características. - Brincar de se esconder, de faz de conta, cuidar de animais domésticos, ouvir e contar histórias, observar o ambiente, colecionar objetos. - Vestir fantasias, experimentando ser outras pessoas e personagens de histórias. - Torcer a favor de um grupo: um time esportivo, uma equipe musical, um grupo de gincana. - Cantar, respeitando sua vez e ouvindo os companheiros. Infantil - Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir. - Ampliar relações interpessoais, com atitudes de participação e cooperação. Saber lidar com conflitos nas interações. - Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações. - Comunicar ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos. - Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características das crianças e adultos com os quais convive. - Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida. - Brincar no pátio, praça ou jardim, em constante contato com a natureza. - Interagir com outras crianças em brincadeiras e atividades. Participar de jogos de regras e aprender a construir estratégias de jogo. - Pesquisar em casa suas tradições familiares, reconhecendo elementos de sua identidade cultural. - Arrumar a mesa para um almoço com os amigos e manter a organização de seus pertences. - Estabelecer relações entre seu modo de vida e as formas de viver de outros grupos. Explorar brincadeiras e organização social de diferentes culturas. - Falar de situações pessoais ou narrar histórias familiares. Discutir situações-problemas em grupo ou formas de planejar um evento. Berçário - Movimentar as partes do corpo para exprimir corporalmente emoções, necessidades e desejos. - Experimentar possibilidades corporais nas brincadeiras e interações em ambientes acolhedores e desafiantes. - Imitar gestos e movimentos de outras crianças, adultos e animais. - Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, ampliando as possibilidades de manuseio de diferentes materiais e objetos. - Participar do cuidado do seu corpo e da promoção do seu bem- estar. - Pegar, amassar, empilhar, montar, encaixar, mover, lançar longe, chutar objetos de diferentes formas, cores, pesos, texturas, tamanhos. - Brincar com água, terra e outros elementos naturais. Brincar de procurar e achar objetos escondidos. - Explorar espaços, rolando, sentando, rastejando, engatinhando, erguendo o tronco e a cabeça. - Participar com autonomia crescente dos momentos de cuidados pessoais, como a hora do banho, de vestir-se, de desvestir- se. - Acompanhar a narrativa ou leitura de uma história fazendo expressões e gestos para seguir a ação dos personagens. - Garantir propostas, organizações espaciais e de materiais que possibilitem à criança mobilizar seus movimentos para explorar o entorno e as possibilidades de seu corpo. E fazer com que elas se sintam instigadas a isso. - Compreender o corpo em movimento como instrumento expressivo e de construção de novos conhecimentos de si, do outro e do universo, sem interpretá-lo como manifestação de desordem ou indisciplina. - Agir sem pressa em momentos de atenção pessoal, contando à criança o intuito da ação que está mediando (“agora vamos vestir a camiseta”), enquanto aguarda sinal de que ela está disponível para participar. - Interpretar os gestos das crianças em sua intenção comunicativa e/ou expressiva, verbalizando para elas sua compreensão do significado desses gestos. - Reunir crianças com diferentes competências corporais e validar os avanços motores de todas elas, respeitando suas características corporais. - Observar as expressões do corpo das crianças nas mais diferentes manifestações culturais e brincadeiras tradicionais. Maternal - Apropriar-se de gestos e movimentos de sua cultura no cuidado de si, nos jogos e brincadeiras. - Explorar formas de deslocamento no espaço (pular, saltar, dançar) combinando movimentos e seguindo orientações. - Demonstrar progressiva independência no cuidado do seu corpo. - Desenvolver progressivamente habilidades manuais, adquirindo controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outros. - Participar de jogos de faz de conta assumindo determinadas posturas corporais, gestos e falas que delineiam papéis. - Dançar com diferentes expressões faciais, posturas corporais ao som de diferentes gêneros. - Brincar com marionetes reproduzindo falas de personagens que memorizaram ou que inventam. - Manipular diferentes objetos: pegar, lançar, encaixar, empilhar, rasgar, amassar, folhear, pintar. - Explorar desafios do espaço com maior autonomia e presteza. Correr, saltar, escalar. - Brincar seguindo orientações como: em frente, atrás, no alto, em cima, embaixo, dentro, fora. Infantil - Criar com o corpo formas diversas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, em situações do cotidiano e brincadeiras. - Demonstrar controle e adequação do uso do corpo em jogos, contação de histórias, atividades artísticas e brincadeiras. - Criar movimentos, gestos, olhares, mímicas e sons com o corpo em jogos, atividades artísticas e brincadeiras. - Adotar hábitos de autocuidado relacionados a higiene, alimentação, conforto e aparência. - Coordenar habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações diversas. - Brincar de esconde, de pique, de siga o mestre. Andar como robôs, zumbis e de outros jeitos. - Participar de jogos que envolvam orientar-se (em frente, atrás, no alto, embaixo), em resposta a comandos da professora. - Teatralizar histórias, com gestos e expressões. Usar fantoches e confeccionar cenários e figurinos. - Incluir em jogos desafios motores (jogar futebol com uma bola menor) ou conteúdo simbólico (pega vira “pega-monstro”). - Dançar. Imitar, criar e coordenar movimentos, explorando o espaço e as qualidades do movimento. - Descrever, avaliar e reproduzir apresentações de dança e outras expressões da cultura corporal (circo, esportes, mímica, teatro). Berçário - Explorar sons produzidos com o próprio corpo e com objetos cotidianos. - Traçar marcas gráficas em diferentes suportes, usando instrumentos riscantes e tintas. - Explorar diferentes fontes sonoras e materiais para acompanhar brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. - Reagir a sons e músicas por meio de movimento corporal, ou batendo, chacoalhando objetos sonoros. - Explorar qualidades sonoras de objetos e instrumentos musicais. - Brincar com as possibilidades expressivas da própria voz. - Utilizar a seu modo tintas caseiras, guache, aquarela em produções visuais, ampliando possibilidades de exploração da cor. - Explorar materiais gráficos na criação de garatujas e outras formas de expressão. - Compreender as manifestações expressivas dos bebês e crianças pequenas, acolhendo seus desejos e preferências estéticas (cheiros, gostos, sons, texturas, temperaturas, traços, formas, imagens). - Incentivar a interação com diferentes companheiros em variadas situações que ampliam suas possibilidades expressivas por meio de gestos, movimentos, falas e sons, no contato com elementos que compõem cada ambiente. - Incentivar as crianças a se expressarem em linguagens diferentes, acompanhando percursos de produções de desenhos, pinturas, esculturas, músicas e reconhecer o que elas já sabem, como se expressam, o que gostam de produzir, olhar, escutar, suas intenções, e propor desafios que façam sentido para elas. - Promover experiências com linguagens musicais e visuais, por um lado oferecendo um repertório musical e objetos sonoros e/ou instrumentos musicais a serem explorados. E, por outro, incentivando a criação plástica, com variedade de materiais e suportes. - Proporcionar o contato com recursos tecnológicos, audiovisuais e multimídia, cada vez mais presentes, permitindo às crianças explorar sons, traços, imagens e se arriscar, experimentar. Maternal - Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no ambiente em brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. - Utilizar materiais moldáveis (massa de modelar, argila), explorando cores, texturas, planos, superfícies, formas e volumes ao criar objetos tridimensionais. - Criar sons com materiais, objetos e instrumentos musicais, para acompanhar ritmos diversos. - Explorar com diferentes materiais, relações de peso, tamanho e volume na criação de formas tridimensionais. - Participar de jogos musicais e explorar formas de produzir som com o corpo. - Identificar sons da natureza (animais, chuva), da cultura (voz, instrumentos), ou o silêncio. - Expressar sensações conforme explora objetos e materiais com várias texturas. - Cantar, sozinha ou em grupo, partes ou frases das canções que já conhece. - Criar formas planas e com volume por meio da escultura e da modelagem. Infantil - Utilizar sons produzidos por materiais, objetos e instrumentos musicais durante brincadeiras de faz de conta, encenações, criações musicais ou festas. - Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais ou tridimensionais. - Reconhecer as qualidades do som (intensidade, duração, altura e timbre) utilizando-as em suas produções sonoras e ao ouvir músicas e sons. - Contar histórias com modulações de voz, objetos sonoros e instrumentos musicais. - Criar formas planas e volumosas por meio da escultura/modelagem e expressar-se sobre o processo de produção. - Reconhecer padrões no uso de cores em várias culturas e aplicar esse conhecimento. - Fazer dobraduras com papel, construir castelos de cartas, experimentar efeitos de luz e sombra com velas e lanternas. - Pintar usando diferentes suportes (papéis, panos, telas, pedaços de metal ou acrílico) e materiais (aquarela, guache, lápis). - Fazer improvisações e composições com objetos sonoros e construir instrumentos musicais com materiais alternativos. Berçário - Reconhecer quando é chamado por seu nome e reconhecer os nomes das pessoas com quem convive. - Demonstrar interesse ao ouvir a leitura de poemas, apresentação de músicas e ao ouvir histórias lidas ou contadas. - Comunicar-se com outras pessoas usando movimentos, gestos, balbucios, fala e outras formas de expressão. - Reconhecer elementos das ilustrações de histórias, apontando- as, e imitar as variações de entonação e gestos realizados pelos adultos ao ler histórias e ao cantar. - Conhecer e manipular materiais impressos e audiovisuais em diferentes portadores. - Participar de jogos rítmicos ou de nomeação em que a professora aponta para algo, propõe a questão: “O que é isso?”, e o bebê responde. - Brincar com outros bebês, com ou sem objetos, expressando-se, corporal e/ou verbalmente. - Conversar com a professora em ambiente tranquilo e lúdico. - Repetir acalantos, cantigas, poesias explorando o ritmo, as palavras e a sonoridade. - Brincar de traçar marcas gráficas em cartolinas ou outro suporte, usando os dedos ou pincéis. - Perceber avanços nas tentativas de comunicação dos bebês, observando seus balbucios, gestos, expressões faciais, entonação e modulação da voz e os ajudando a organizar seus pedidos, relatos, memórias, para que possam pouco a pouco se expressar oralmente. - Promover vivências nas quais a linguagem verbal, aliada a outras linguagens, não seja um conteúdo a ser tratado de modo descontextualizado das práticas sociais significativas das quais a criança participa. - Possibilitar que a criança explore a língua, experimente seus sons, diferencie modos de falar, de escrever, reflita por que se fala do jeito que se fala, e por que se escreve do jeito que se escreve. - Permitir às crianças se apropriarem de diversas formas sociais de comunicação, como cantigas, brincadeiras de roda, jogos cantados, e de formas de comunicação presentes na cultura: conversas, informações, reclamações. - Instigar o interesse pela língua escrita por meio da leitura de histórias, do incentivo para que a criança aprenda a escrever o próprio nome e para que comece a organizar ideias sobre o sistema de escrita. Maternal - Dialogar com crianças e adultos, expressando seus desejos, necessidades, sentimentos e opiniões. - Demonstrar interesse ao ouvir histórias, diferenciando escrita de ilustrações, e seguindo, com a ajuda do adulto-leitor, a direção da leitura. - Relatar experiências, fatos, histórias, filmes e peças e criar e contar histórias oralmente, com base em imagens ou temas sugeridos. - Formular e responder questões sobre fatos das histórias, identificando cenários, personagens e fatos. - Manipular textos e participar de situações de escuta para ampliar seu contato com diferentes gêneros textuais. Manusear diferentes portadores e instrumentos de escrita e textuais. - Explorar ferramentas e suportes de escrita para, a seu modo, desenhar, traçar letras e sinais gráficos. E saber identificar a escrita do nome próprio. - Identificar e criar sons, rimas e gestos em brincadeiras de roda e outras interações sociais. - Reconhecer as histórias e personagens nos livros. E adotar procedimentos básicos de um leitor, como ler a partir da capa e virar as páginas sucessivamente. - Comunicar regras de jogos aos colegas e orientar outras crianças. - Relatar fatos acontecidos, histórias de livros, filmes e peças. E conversar sobre diferentes assuntos. - Apreciar e comentar leituras de histórias e criar narrativas oralmente, a partir de imagens e temas sugeridos. Infantil - Expressar ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências, por linguagem oral e escrita, de fotos, desenhos e outras formas de expressão. - Escolher e folhear livros, procurando orientar-se por temas e ilustrações, e tentando identificar palavras conhecidas. - Recontar histórias ouvidas e planejar coletivamente suas encenações. E produzir recontos escritos, com o professor como escriba. - Produzir suas próprias histórias orais e escritas (escrita espontânea) em situações com função social significativa. - Levantar hipóteses sobre gêneros textuais, recorrendo a estratégias de observação gráfica e de leitura, e sobre a linguagem escrita, registrando palavras e textos por meio da escrita espontânea. - Inventar brincadeiras cantadas, poemas e canções, com rimas, aliterações etc. - Saber organizar etapas de uma tarefa, como uma receita culinária ou as regras de um jogo. - Expressar-se na linguagem oral, musical, corporal, na dança, no desenho, na escrita, na dramatização e outras. - Debater assuntos polêmicos do cotidiano, como a forma de organizar os brinquedos. - Recontar histórias com recursos expressivos próprios, preservando elementos da linguagem escrita. - Expor impressões sobre prosas ou poesia que ouviu e relatar aos colegas histórias lidas por alguém da família. - Levantar hipóteses sobre o que está escrito e como se escreve. - Localizar um nome específico em uma lista de palavras. Berçário - Explorar e descobrir as propriedades de objetos e materiais (odor, cor, sabor, temperatura). - Explorar relações de causa e efeito (transbordar, tingir, misturar, mover e remover etc.) na interação com o mundo físico. - Explorar o ambiente pela ação e observação, manipulando, experimentando e fazendo descobertas. - Manipular, experimentar, arrumar e explorar o espaço por meio de experiências de deslocamentos de si e dos objetos. Manipular materiais diversos e variados para comparar as diferenças e semelhanças entre eles. - Vivenciar diferentes ritmos, velocidades e fluxos nas interações e brincadeiras (em danças, balanços etc.). - Explorar objetos com formas e volumes variados, percebendo propriedades simples como: luminosidade, consistência, textura. - Deslocar-se livre em espaços planejados, enfrentando obstáculos: subindo, descendo, pulando, passando por cima, por baixo. - Acompanhar oral e corporalmente o canto da professora alterando o ritmo e o timbre. - Brincar com materiais com possibilidades transformadoras: com água e areia, “melecas”, pasta de maisena, que podem ser amassados ou deslocados. - Explorar alimentos, objetos e cheiros e ampliar suas experiências visuais, auditivas, gustativas e olfativas, comunicando suas sensações ao/à professor/a e às outras crianças. - Oferecer oportunidades para a criança investigar questões acerca do mundo e de si mesmas. A partir disso, o professor pode aprender mais sobre ela e sua forma de conhecer. - Discutir noções de espaço, tempo, quantidade, assim como relações e de transformações de elementos, motivando um olhar crítico e criativo do mundo. A criança deve ser estimulada a fazer perguntas, construir hipóteses e generalizações. - Realizar a “escuta” das crianças, para ajudá-las a perceber relações entre objetos e materiais, estimulá-las a fazer novas descobertas e construir novos conhecimentos a partir dos saberes que já possuem. - Estimular a exploração de quantidades em diferentes situações e o desenvolvimento de noções espaciais (longe, perto, em cima, embaixo, dentro, fora, para frente, para trás, para o lado, para cima, para baixo), temporais (quer dizer no tempo físico - dia e noite, estações do ano - e cronológico - ontem, hoje, amanhã) e de noções sobre unidades de medida e grandezas. Além de oferecer a oportunidade de observar e identificar as relações sociais assim como fenômenos naturais. Maternal - Observar, relatar e descrever incidentes do cotidiano e fenômenos naturais (luz solar, vento, chuva etc.). - Utilizar conceitos básicos de tempo (agora, antes, durante, depois, ontem, hoje, amanhã, lento, rápido, depressa, devagar). - Classificar objetos, considerando determinado atributo (tamanho, peso, cor, forma). - Identificar relações espaciais (dentro e fora, em cima, embaixo) e temporais (antes, durante e depois). - Explorar e descrever semelhanças e diferenças entre as características e propriedades dos objetos (sonoridade, textura, massa, tamanho, posição). - Compartilhar, com outras crianças, situações de cuidado de plantas e animais nos espaços da instituição e fora dela. - Explorar objetos de vários formatos e tamanhos, com intencionalidade, a partir de suas propriedades. - Resolver problemas cotidianos, como divisão de materiais, desenvolvendo noções de direção, quantidade, tempo. - Observar animais em livros, revistas e filmes, reproduzir os sons que eles produzem e descrever seu físico, alimentação e habitat. - Nomear partes do próprio corpo, comparar e entender as diferenças corporais entre meninos e meninas. - Observar fenômenos e elementos da natureza e reconhecer algumas características do clima: calor, chuva, claro-escuro, quente-frio. - Explorar traços e formas utilizando os materiais e procedimentos do fazer plástico. Infantil - Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, sua conservação. - Estabelecer relações de comparação entre objetos, a partir de suas propriedades. - Observar e descrever mudanças resultantes de ações em experimentos com fenômenos naturais e artificiais. - Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e da sua comunidade. - Registrar observações, manipulações e medidas, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes. - Classificar objetos e figuras, de acordo com suas semelhanças e diferenças. - Utilizar diferentes instrumentos de medição convencional e não convencional para estabelecer distâncias, comprimento e massa. - Explorar relações de peso, tamanho e volume de formas bi ou tridimensionais, percebendo a transformação do espaço. - Brincar de vender frutas na feira, olhar lista de preços, localizar data no calendário. São práticas que apoiam a elaboração de conhecimentos acerca da escrita de números. - Solucionar problemas envolvendo noções geométricas, espaciais e de medidas. - Comunicar quantidades e números, de forma oral e escrita. - Desenhar e interpretar imagens de objetos a partir de diferentes pontos de vista. Observar e comentar obras que exploram formas simétricas. - Explicar fenômenos e elementos naturais, estabelecendo regularidades, relacionando-os à necessidade dos humanos por abrigo e cuidados básicos e às mudanças nos hábitos dos animais. Os campos de experiências não estão organizados para seguirem uma ordem linear, mas para orientar o trabalho do professor dentro da rotina da Educação Infantil, ou seja, a jornada diária de acolhimento, atividades de livre escolha, momentos de grande grupo, momentos de pequenos grupos, momentos na área externa, rotinas de cuidados e alimentação, nos diferentes contextos de aprendizagem, como atividades dirigidas pelo professor, festividades e encontros com as famílias, roda de conversa e hora da história, assim como na despedida, são momentos em que tais campos podem ser explorados. No cotidiano da educação infantil ainda temos o cuidado com a preservação da imagem das crianças; na adoção de metodologia de trabalho com as famílias por meio de: entrevistas e reuniões de pais; na elaboração de fichas individuais, diários e comunicados; na execução, auxilio e orientação (de acordo com a faixa etária) para os tratos com a higiene pessoal (hora do banho, escovar os dentes, etc.) na identificação e encaminhamento de casos pertinentes ao Conselho Tutelar; na atenção ao descanso da criança (hora de dormir); na articulação com os serviços de outras políticas públicas, através da articulação interinstitucional com os demais órgãos do Sistema Educacional. 3.2 – Recursos Humanos – Quadro de Pessoal Na execução do objeto nos comprometemos em criar espaços educacional e culturalmente significativos para o pleno desenvolvimento da criança, um espaço que promova educação, proteção, segurança, alimentação, cultura, saúde e lazer com vistas à inserção, prevenção e promoção à infância, que atuam em acordo com as diretrizes da Secretaria de Educação. O educador deve possibilitar situações de aprendizagem que incentivem a autonomia das crianças nas ações de cuidado pessoal, auto-organização, saúde e bem-estar, assim como na convivência com o outro. Para tanto, é necessário desenvolver atividades que possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no diálogo e conhecimento da diversidade. Também é preciso incentivar a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza. Promover o relacionamento e a interação das crianças com diversificadas manifestações de música, artes plásticas e gráficas, cinema, fotografia, dança, teatro, poesia e literatura são atividades previstas para educação infantil. Portanto, temos como equipe mínima de profissionais, formados e capacitados para prestar atendimento às crianças dentro de todos os critérios técnico pedagógicos, de acordo com as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O PROAF será constituído por equipe composta por profissionais contratados a partir de processo seletivo do IGEVE e também por servidores cedidos pelo município. A seguir apresentamos quadro, conforme disposto no Termo de Referência do presente edital, que apresentam os profissionais do IGEVE, carga horária e a descrição das funções: Função Qtde. Carga Horária Perfil Descrição das Funções Coordenador Geral do PROAF 01 44 horas semanais Ensino Superior Coordena, planeja e avalia atividades do PROAF; atividades administrativas e pedagógicas; gerencia recursos financeiros; participa do planejamento estratégico da instituição e interage com a comunidade e com o setor público. Atendente de Educação 397 44 horas semanais Ensino Médio Completo Responsável pela turma PROAF; em parceria com o coordenador pedagógico e o articulador da escola, planeja e executa as atividades por eixo. Atende individualmente o aluno na sua higiene pessoal sempre que necessário e nos horários estabelecidos; dar refeições aos alunos que não comem sozinho, acompanha as refeições dos demais; comparece a reuniões; atende aos pedi- dos da administração quando necessário; responsabiliza-se pelos alunos, no horário de entrada e saída, zelando pela segurança e bem estar; observar condições físicas do aluno. Atendente Administrativo 49 44 horas semanais Ensino Médio Completo Executa serviços de apoio a secretaria da Unidade Escolar / PROAF e nas áreas de recursos humanos, administração, finanças e logística; atende pessoas, fornecendo e recebendo informações sobre a escola e os alunos; trata de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necessário. Auxiliar de Cozinha 106 44 horas semanais Ensino Fundamental Completo Auxilia outros profissionais da área no pré-preparo, e processamento de alimentos, montagem de pratos. Verificam a qualidade dos gêneros alimentícios, minimizando riscos de contaminação. Trabalham em conformidade a normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene e saúde. Auxiliar de Serviços Gerais 133 44 horas semanais Ensino Fundamental Executa serviços de manutenção e limpeza, conservação de vidros e fachadas, limpeza de re- cintos e acessórios. Trabalha seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. Fiscaliza e zela pelo patrimônio e equipamentos das instalações, percorrendo-as sistematicamente e, inspecionando suas dependências, para garantir a boa convivência entre educandos, comunidade escolar e comunidade em geral. Os profissionais do quadro acima contemplam o solicitado no Termo de Referência e estão em número adequado para implementação do presente plano de trabalho. Cabe a Secretaria Municipal de Educação – SEDUC indicar os funcionários públicos para ocuparem os cargos, a saber: 1 - COORDENADOR PEDAGÓGICO: Os professores efetivos da rede municipal; 2- ARTICULADOR: Os professores efetivos nas respectivas unidades escolares; 3- AUXILIAR OPERACIONAL DA EDUCAÇÃO II (MERENDA): Os funcionários efetivos da rede municipal e alocados em cada unidade escolar. Os demais cargos serão preenchidos pelo IGEVE mediante a processo de recrutamento e seleção, sendo que a contratação será pelo vínculo celetista, na qual garantiremos todos os direitos dos trabalhadores. O Instituto garante um processo de formação contínuo dos seus colaboradores, com cursos, palestras e um contato direto para esclarecer dúvidas e procedimentos para a efetivação da parceria. Também nos comprometemos em participar de todas as reuniões periódicas ou extraordinárias de trabalho, coordenadas pelas equipes, diretorias e supervisões da Secretaria Municipal de Educação de São Vicente. As reuniões têm como finalidade a orientação e o apoio referente à Legislação Educacional e às Diretrizes da Secretaria Municipal de Educação e/ou capacitação em serviço, além do acompanhamento técnico do Plano Pedagógico pactuado. 3.3 – Descrição das Metas e Parâmetros a serem utilizados para aferição da execução do objeto Nosso Plano de Trabalho será público e nos comprometemos com o seu cumprimento integral. A principal Meta é o atendimento de até 9000 (nove mil) beneficiários do PROAF. Nossa gestão, para além das atividades pedagógicas e do foco na qualidade dos nossos profissionais, nos comprometemos com a organização de todos os espaços para o pleno funcionamento das unidades escolares, com a garantia de condições, ambientes e conservação dos espaços para o bem-estar e o desenvolvimento integral de todas as crianças atendidas. Para tanto manteremos as condições prediais e também as de limpeza e higiene de todos os ambientes da unidade escolar a fim de assegurar um ambiente de qualidade para as crianças. Para tanto assumimos como metas as expressas no Programa Afetividade – PROAF, tanto as da Creche quanto as da Fase I e II (pré-escola): 3.3.1 - Metas Creche: 1. Selecionar e contratar os cargos destinados à OSC; 2. Manter organizado o espaço físico e infraestrutura do Programa nas Unidades infantis; 3. Dinamizar com os alunos a utilização do lúdico através de oficinas de brinquedos, envolvendo a Unidade Escolar; 4. Organizar livros em locais de fácil acesso para as crianças e estimular projetos para atingir este objetivo; 5. Promover encontros bimestrais com os professores (educadores) para estudo sobre a utilização dos jogos para o desenvolvimento da criança; 6. Promover palestras bimestrais para orientar a comunidade sobre o desenvolvimento da criança; 7. Realizar reuniões trimestrais com o Conselho Escolar para decidir as necessidades imediatas de reparo no Espaço Físico da Creche; 8. Promover reuniões mensais com a comunidade escolar para a implantação de uma gestão participativa; 9. Garantir o atendimento da demanda mediante progressão mensal objetivando atingir 80% da demanda anual do ano corrente; 10. Manter o cadastro atualizado mensalmente e implantar entrevistas para conhecer o contexto de vida das crianças; 11. Implantar e operacionalizar um sistema de monitoramento e controle de dados precisos; 12. Divulgar o balanço contábil mensalmente. 3.3.2 - Metas Fase I e II: 1. Selecionar e contratar os cargos destinados à OSC; 2. Manter e organizar o espaço físico e infraestrutura do Programa nas Unidades Escolares e Creches atento as necessidades infantis; 3. Identificar e controlar os problemas de frequência mensalmente, emitindo relatórios das ações tomadas; 4. Dinamizar com os alunos a utilização do lúdico através de “Oficinas de Brinquedos” envolvendo toda a unidade escolar; 5. Criar um ambiente alfabetizador que favoreça a participação das crianças durante o processo ensino aprendizagem; 6. Organizar os livros em locais de fácil acesso para as crianças. Estimular projetos para atingir esse objetivo; 7. Promover encontros bimestrais com os professores(educadores)para estudo sobre a utilização dos jogos para o desenvolvimento da criança; 8. Promover palestras para orientar a comunidade; 9. Garantir atendimento da demanda mediante progressão mensal objetivando atingir 100% da demanda anual no ano corrente; 10. Implantar e operacionalizar um sistema de monitoramento e controle de dados precisos; 11. Divulgar o balanço contábil mensalmente. 3.4 – Cronograma de Ações por Metas META ETAPA/ FASE INDICADORES AÇÕES PERÍODO M ê s 1 M ê s 2 M ê s 3 M ê s 4 M ê s 5 M ê s 6 M ê s 7 M ê s 8 M ê s 9 M ê s 1 0 M ê s 1 1 M ê s 1 2 Selecionar e contratar os cargos destinados à OSC Creche / Fase I e II Regra de Contratação via CLT; Prontuário de Colaboradores; Relatórios de Turnover Realizar as contratações a partir de processo de seleção público. X Garantir quantidade de colaboradores conforme termo de referência. X X X X X X X X X X X Acompanhar o turnover e realizar reposições. X X X X X X X X X X Manter organizado o espaço físico e infraestrutura do Programa nas Unidades infantis Creche / Fase I e II Relatórios IGEVE e relatórios SEDUC; Documentação de habitabilidade e condições prediais; Registro Fotográficos Realizar estudo da realidade de cada unidade escolar X X Formular plano de adequação X X Realizar manutenção e pequenos reparos a partir da necessidade e autorização da SEDUC X X X X X X X X Dinamizar com os alunos a utilização do lúdico através de oficinas de brinquedos, envolvendo a Unidade Escolar Creche / Fase I e II Relatórios e portifólio; Planejamento de aula e semanários; Registro Fotográfico de espaços do brincar e de brinquedos. Atuar conforme Diretrizes Curriculares Nacionais que tem como eixos estruturantes da educação infantil (creche e pré- escola) as interações e brincadeiras. X X X X X X X X X X X Adquirir brinquedos para atividades individuais e coletivas, para atividade externa e em sala X X X X Acompanhar planejamento e semanário das atendentes educacionais, orientando para práticas que valorizem o brincar X X X X X X X X X X X Organizar livros em locais de fácil acesso para as crianças e estimular projetos para atingir este objetivo Creche / Fase I e II Relatórios; Notas Fiscais; Registro Fotográfico. Adquirir livros de diferentes títulos, dimensões e texturas X X X X Organizar espaço atrativo para a prática da leitura X X X X X X X X X X X X Promover encontros bimestrais com os professores (educadores) para estudo sobre a utilização dos jogos para o desenvolvimento da criança Creche / Fase I e II Relatórios IGEVE e SEDUC; Pautas e Atas de reuniões; Registros Fotográficos Em diálogo e parceria com as CAPs e Diretoras, assim como em contato com a SEDUC realizar reuniões e capacitação para melhorar a qualidade da educação X X X X X X Promover palestras bimestrais para orientar a comunidade sobre o desenvolvimento da criança Creche / Fase I e II Relatórios IGEVE e SEDUC; Pautas e Atas de reuniões; Registros Fotográficos Em diálogo e parceria com as CAPs e Diretoras, assim como em contato com a SEDUC realizar reuniões com a comunidade para melhorar a qualidade da educação X X X X X X Realizar reuniões trimestrais com o Conselho Escolar para decidir as necessidades imediatas de reparo no Espaço Físico da Creche Creche Relatórios IGEVE e SEDUC; Pautas e Atas de reuniões; Registros Fotográficos Em diálogo e parceria com as CAPs e Diretoras, assim como em contato com a SEDUC realizar reuniões com Conselho Escolar para elaboração de plano de adequação da UE. X X X X Promover reuniões mensais com a comunidade escolar para a implantação de uma gestão participativa Creche Projeto Político Pedagógico; Pautas e Atas de reuniões; Registro Fotográficos. Em diálogo e parceria com as CAPs e Diretoras, elaborar PPP de forma reflexiva e crítica. X X X X X X X X X X X X Retomar o PPP e avaliar se seus objetivos estão sendo atingidos. X X X X X X X X X X X X Garantir o atendimento da demanda mediante progressão mensal objetivando atingir 80% da demanda anual do ano corrente Creche Prontuário de alunos; Sistema de Matrícula e cruzamento de dados; Estudo sobre demandas SEDUC. Realizar matrícula, rematrícula e acompanhar frequência para garantir controle/rotatividade de vagas. X X X X X X X X X X X X Manter o cadastro atualizado mensalmente e implantar entrevistas para conhecer o contexto de vida das crianças Creche Relatórios; Questionário e gráficos de acompanhamento Realizar entrevistas via questionário presencial e/ou virtual X X X X Tabular dados e construir gráficos quanti-qualitativos X X X X Divulgar dados produzidos X X X Implantar e operacionalizar um sistema de monitoramento e controle de dados precisos Creche/ Fase I e II Planilha de controle; Relatórios. Elaborar planilha de controle/ monitoramento X X X Preencher e tabular dados X X X X X X X X X X Realizar reuniões de calibragem da estratégia X X X X Divulgar o balanço contábil mensalmente Creche/ Fase I e II Planilha Orçamentária; Prestação de Contas. Prestação de Contas conforme orientações Termo de Referência e Lei 13019/2014 X X X X X X X X X X X X Identificar e controlar os problemas de frequência mensalmente, emitindo relatórios das ações tomadas Fase I e II Diário de Classe; Relatórios. Preencher Diário de Classe e acompanhar frequência X X X X X X X X X X X X Entrar em contato com responsáveis quando houver acumulo de faltas (três sequenciais e/ou mais de dez durante o mês) X X X X X X X X X X X X Elaborar planilha de acompanhamento e controlar absenteísmo X X X X X X Criar um ambiente alfabetizador que favoreça a participação das crianças durante o processo ensino aprendizagem Fase I e II Relatórios e registros fotográficos; Espaços de letramento, ambiente alfabetizador com abecedários e exposição de produções das crianças (com descrição escrita) Adquirir materiais pedagógicos com foco na construção de ambientes alfabetizadores X X X X Organizar espaços e manter uma rotina de exposição X X X X X X X X X X X X Garantir atendimento da demanda mediante progressão mensal objetivando atingir 100% da demanda anual no ano corrente Fase I e II Prontuário de alunos; Sistema de Matrícula e cruzamento de dados; Estudo sobre demandas SEDUC. Realizar matrícula, rematrícula e acompanhar frequência para garantir controle/rotatividade de vagas. X X X X X X X X X X X X 4 – PLANO DE APLICAÇÃO 4.1 – Projeto de Gerenciamento de Recursos 5 – CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO Valores do Concedente São Vicente, 29 de agosto de 2024. ____________________________________________ Maria Rosa Esteves Responsável Legal da Entidade Parceira Edital de Chamamento Público 001/2022 - Processo administrativo nº 40389/2022 São Vicente - SP